BALANÇO GERAL: “Polícia faz mais duas prisões. Já são 19 envolvidos na morte de PM”.

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Patrick foi preso na manhã deste sábado

Num momento tenso, em todo o País, e, em especial aqui, no Rio Grande do Sul, a Polícia Civil – com apoio da Brigada Militar – mostra que, mesmo com a falta de incentivo e investimentos do Governo do Estado, o amor a profissão e a vontade de “promover” a Justiça falam mais alto. Desde a morte do PM Bento Júnior Teixeira Borges, no Natal do ano passado, o Setor de Investigações já identificou 19 pessoas envolvidas no crime. Na manhã de hoje, com a prisão de Patrick Madri, de 19 anos, o delegado de polícia José Soares Bastos concluiu a 19ª prisão.

O que deixa a população gabrielense apreensiva, é que – praticamente – a metade das prisões envolvem menores de idade, alguns com 14 e 15 anos. E entre eles, duas meninas.

A prisão de hoje também nos revela uma situação. O inquérito concluído e prisões confirmadas, não significam que mais pessoas não possam ser presas. Afinal de contas, quando todos pensavam que eram apenas 17, a Polícia continuou trabalhando, quietinha, e conseguiu mandar para trás das grades mais dois agressores.

HOMEM PERDE O CONTROLE DO CARRO NA BR-290 E MORRE APÓS ATAQUE DE ABELHAS.

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Um homem de 51 morreu na manhã deste domingo (15/01) em um acidente de trânsito na BR-290. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima é José Amilton Sotero de Azambuja, natural de São Gabriel. Ele morava na Rua Santa Margarida, na Vila Trindade.
Azambuja ia em direção a Rosário do Sul e teria perdido o controle do automóvel (Pegeout), invadido uma área de vasta vegetação e batido em uma árvore onde havia um enxame de abelhas nativas. Ele morreu no hospital, vítima de choque anafilático causado por inúmeras picadas de abelhas, depois de ter sido reanimado por socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O filho dele, que estava em outro automóvel, ainda tentou socorrer o pai, mas também foi atacado por abelhas. O jovem João Victor Farinha de Azambuja, de 21 anos, foi encaminhado para o Hospital de Santa Casa de Caridade e mantido em observação.

UBS DO BAIRRO BOM FIM CONTINUA DE PORTAS FECHADAS.

sede-da-ubs-bom-fimInaugurada na segunda quinzena de dezembro de 2016, a Unidade Básica de Saúde do Bairro Bom Fim, considerada uma das mais modernas da região, continua de portas de fechadas. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, o prédio foi inaugurado, mas ainda não apresentava condições de funcionamento. Hoje, a Prefeitura Municipal ainda aguarda a instalação de uma rede trifásica que possibilitará a abertura do posto na próxima semana. Também há problemas com a rede de água, mas, conforme o Secretário da Saúde, Ricardo Lannes Coirolo, isso não impedirá de dar início aos atendimentos no local.
Enquanto isso não acontece, a comunidade do Bairro Bom Fim e dos bairros localizados ao seu entorno é atendida em uma sede provisória na Vila Timbira. Curiosamente, a sede provisória – alugada pela Prefeitura – já está instalada no mesmo local há mais de 2 anos. Neste período, além das dificuldades estruturais, tanto pacientes quanto funcionários aprenderam a “driblar” as dificuldades. No ano passado, um morador alegou que não tinha como ficar dentro da residência porque estava sendo atacado por formigas.
A Secretaria Municipal da Saúde deve anunciar, na próxima semana, a data de abertura da nova Unidade Básica de Saúde.
A nova UBS é uma reivindicação antiga da comunidade do Bairro Bom Fim e vai centralizar, naquela região, o atendimento de moradores de outros bairros, como Pomares, Medianeira e Timbira. O prédio foi construído pela empreiteira Henzek e abriga salas das mais diversas finalidades.

BALANÇO GERAL: “ENTENDA POR QUE FAMÍLIAS DE PRESOS MORTOS SÃO INDENIZADAS”.

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Parente de preso chora em frente ao Complexo Penitenciário Anísio Jobim, local onde aconteceu o massacre…  FOTO: Ueslei Marcelino/Reuters

O anúncio de que as famílias dos presos mortos no massacre penitenciário de Manaus serão indenizadas pelo governo do Amazonas trouxe à tona uma questão: por que o Estado é responsável por indenizar parentes de quem é assassinado dentro da cadeia e não os familiares de vítimas de latrocínio (roubo seguido de morte) nas ruas do país?
A sensação de injustiça que muitos brasileiros têm é decorrente de critérios usados por tribunais para definir pedidos de reparação, explica o procurador do Estado do Rio Grande do Sul, Victor Herzer da Silva.
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado determina que o poder público deve responder pela integridade física dos presos, inclusive quando o detendo comete suicídio.
“Eles [os tribunais] consideram que uma pessoa comum, que é assassinada na rua, é uma falha de um dever genérico de segurança do Estado. Por outro lado, no caso do preso, os tribunais e agora o STF, neste julgamento que foi deferido, entendem que tem um dever específico de custódia, de guarda, de proteger a integridade física dos presos”, explica. Segundo a Constituição Federal, o Estado tem o dever de proteger quem está sob custódia.
Normalmente, os familiares de pessoas mortas em assaltos só conseguem receber indenização do Estado quando o local do crime é um ponto crônico de roubos. “A tese apresentada é que por ter conhecimento do elevado índice de violência em determinada região, autoridades pecam pela omissão”, diz o procurador.
O ministro Gilmar Mendes defende o pagamento de indenização para quem é vítima de violência nas ruas do país.
“É uma questão que precisa ser discutida: dar atenção também às vítimas e tentar, de alguma forma, compensar as pessoas que foram atingidas por crimes. Não é uma questão fácil, há sempre o problema de como financiar e isso tem que ser buscado dentro de fundos já existentes”, afirma.
Segundo a Constituição federal, o Estado tem o dever de proteger quem está sob custódia. A indenização para parentes de presos mortos dentro da cadeia visa a reparação a dependentes como esposas e filhos.

BALANÇO GERAL: “TUDO FALSO: ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE”.

Na noite de Natal e na manhã seguinte, os fiéis católicos do Balneário Presidente, em Imbé, no Litoral Norte, testemunharam duas das missas mais memoráveis já vistas na Capela Santo Antônio de Pádua. Mas, na verdade, haviam caído em um legítimo conto do vigário: o padre responsável por conduzir as celebrações e tomar a confissão de vários fiéis não era um sacerdote de verdade, mas um jovem de 18 anos que se fez passar por religioso e desapareceu quando começaram a suspeitar dele.
Uma ação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, do Deic, prendeu na quinta-feira (05/01), no bairro Niterói, em Canoas, um homem de 31 anos suspeito de oferecer e vender pelas redes sociais atestados médicos falsos. De acordo com a delegada Luciana Caon, o homem apresentava-se como médico e anunciava receituários médicos a partir do Facebook. Depois, os comercializava pelo WhatsApp.
Em São Gabriel, um registro policial chamou a atenção. Um homem – ao que tudo indica estava prestes a ter relações sexuais – quando notou que a parceira era, na verdade, parceiro. Conforme a Polícia Civil, o homem teria atingido o travesti com duas pauladas na nuca e, depois, ele mesmo socorreu a vítima e a encaminhou para o Hospital. Esse foi um caso de falsa mulher.
Está ficando difícil a situação. Não dá mais para acreditar em homem de Deus ou em quem salva as vidas, e muito menos nos próprios olhos, ainda mais no escuro.

BALANÇO GERAL: “TRÂNSITO DE ANIMAIS”.

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Eu sei que a Prefeitura tem um setor (ou um profissional) responsável pela fiscalização, mas, sinceramente, não funciona. Todos os dias é a mesma situação. Então vai dizer que a fiscalização não consegue flagrar, apreender os animais e autuar os proprietários? Resta saber, se acontecer um acidente grave (ou mesmo que não seja grave), quem vai se responsabilizar. O dono simplesmente usa a via pública para criar os animais e a Prefeitura, que deveria coibir, faz vistas grossas.
Até parece que estamos na Índia. O motorista que trafega pela região leste da cidade (nos Bairros Esplanada, Novo Horizonte e avenida Pelotas), precisa parar e esperar a vaca passar.

BALANÇO GERAL: “PRODUTORES RURAIS JOGAM LIXO PERTO DE ESCOLA”.

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Moradores da zona norte de São Gabriel (acesso ao Tiaraju) estão reclamando do acumulo de lixo provocado por produtores rurais, que vem do interior para a cidade, e próximo ao Lava Pé depositam todo o tipo de lixo em lixeira localizada na frente da Escola Municipal Evaristo Menna Barreto Prates da Silva. Conforme as reclamações, o problema é que, além de deixarem os moradores sem ter onde depositar o lixo doméstico, eles ainda enchem o contêiner com sacos de lixo que são trazidos em camionetes e causam um grande prejuízo ao meio ambiente. O perigo maior é para as crianças da escola, pois estão trazendo junto com o lixo doméstico vasilhames de vários tipos de venenos como agrotóxicos, venenos de banho de gado, vasilhames de vacinas e todos os tipos de medicamentos animais.