NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE POLÍTICA DESARMAMENTISTA REDUZA CRIMINALIDADE VIOLENTA, AFIRMA ESTUDO.

Um estudo técnico, produzido por Fidelis Antonio Fantin Júnior, assessor da Comissão Especial da Câmara dos Deputados – destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 3722/2012, que disciplina as normas sobre aquisição, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições – tem o intuito de fornecer subsídios para a análise.
O levantamento foca principalmente os resultados que podem ser esperados no âmbito das políticas públicas da área de Segurança Pública, em especial quanto à eficiência, eficácia e efetividade dos programas associados à questão da violência. “Demandas por mais programas e recursos orçamentários poderão crescer ou diminuir, de acordo com os maus ou bons resultados advindos de política mais ou menos restritiva em relação ao acesso a armas de fogo”, afirma Fidelis Junior.
O estudo técnico apontou que não foram encontradas quaisquer evidências que alguma política de desarmamento da população tenha reduzido a criminalidade violenta em qualquer país. A pesquisa indica ainda que, em sentido contrário, políticas de maior liberdade de possuir e portar armas legalmente tendem a apresentar reduções nos índices de crimes violentos, incluindo homicídios.
As taxas relativas e os números totais de homicídios após 1997 (início da política desarmamentista no Brasil) mostram tendência de alta, a exceção de breve período (2004-2007), que teve as taxas reduzidas puxadas especialmente pelos estados de SP, RJ e PE por conta de políticas de segurança pública focadas no enfrentamento ao criminoso habitual e de reocupação de territórios dominados pela criminalidade e também a queda da taxa de desemprego, na esteira do crescimento mundial à época – fato que não evidencia relação direta com a política de desarmamento generalizado nacionalmente em decorrência do Estatuto – com volta da elevação dos índices a partir de 2008, informa a pesquisa.
O autor avaliou diversos aspectos relacionados com o projeto de lei nº 3722/2012, especialmente a partir de pesquisas, estudos, livros, artigos, dados estatísticos e outras publicações sobre as políticas de controle de armas de fogo. As manifestações apresentadas na pesquisa são fruto das conclusões do autor, não representando posicionamento institucional da Câmara dos Deputados.

ENTRE AS PRINCIPAIS CONCLUSÕES ESTÃO:
A tese de que restrições ao direito de autodefesa beneficiam e estimulam a criminalidade violenta, por facilitar a ação de criminosos, parece comprovada;
O percentual de vezes em que ocorrem ferimentos sérios ou mortes quando armas são usadas para autodefesa é muito baixo;
A história mundial tende a demonstrar que um país mais armado é um país mais protegido e pacífico, normalmente também mais livre, democrático e próspero. A posse de armas pela população pode ser um importante fator para a defesa nacional e também contra a possibilidade de instalação de um governo tirano;
Os custos do controle de armas, aos moldes do SINARM, são elevados e seus benefícios questionáveis;
O efeito dissuasório associado à percepção de risco para o criminoso ao atacar um cidadão que pode estar armado (porte discreto) tem mostrado bons resultados na redução da criminalidade violenta, notadamente em relação aos crimes de estupro, roubo (assalto) e homicídio;
Áreas livres de arma (gun-free zones), em diversos países, são locais preferidos por terroristas, que procuram evitar locais em que as pessoas provavelmente portem armas;
Em geral, quando uma vítima reage a um ataque criminoso, utilizando arma de fogo, as chances de ferimento graves para ela é menor do que quando ela age passivamente, não reagindo; E quando uma vítima reage a um ataque criminoso sem utilizar-se de uma arma de fogo, o risco de ferimentos graves é bem maior do que quando reage com uma arma;
Mulheres tendem a se beneficiar mais da utilização de arma de fogo para autodefesa do que homens, quando em comparação com uma atitude passiva ou a uma reação desarmada;
A efetiva liberação do comércio, posse e porte de armas de fogo tende a beneficiar a economia, tanto em relação à atividade econômica em geral, quanto em relação à geração de empregos e à arrecadação de tributos;
Em relação às políticas públicas, com a maior concessão de porte de armas aos cidadãos, espera-se uma redução dos crimes violentos, com reflexos positivos nas áreas de Segurança Pública, Saúde e Justiça.
O estudo técnico poder ser acessado na íntegra no site da Câmara dos Deputados ou pelo link http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/orcamentobrasil/estudos/2015/nt23-2015_

JOVEM É ENTERRADA VIVA, CONSEGUE SOBREVIVER, MAS MORRE LOGO APÓS SER SOCORRIDA.

Uma adolescente “morreu duas vezes” em uma cidade do oeste de Honduras. Neysi Perez, 16 anos, foi dada como morta após cair inconsciente a caminho do banheiro, localizado do lado de fora de sua casa, na cidade de La Entrada.
De acordo com o jornal Daily Mail, a jovem estava grávida de três meses e entrou em colapso durante um aparente ataque de pânico. Ela passou mal porque ouviu um tiroteio do lado de fora da residência.
A menina foi levada para o hospital e, após algumas horas, os médicos informaram o óbito. Um dia depois do funeral, o marido de Neysi foi visitar o túmulo, quando ouviu batidas e gritos abafados de dentro da sepultura.
Ele chamou os familiares que, desesperados, usaram marreta e ferramentas para abrir o local e tentar reanimar a moça. A adolescente foi resgatada e encaminhada ainda dentro do caixão a um hospital próximo do cemitério. Os médicos tentaram reanimá-la, mas os exames realizados atestaram a sua morte, agora definitiva.

DIRETO DA REDAÇÃO

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A CARA DO BAIRRO INDEPENDÊNCIA

Os moradores do Bairro Independência cansaram de pedir providências e, nos últimos dias, passaram a usar as redes sociais para demonstrar a situação de abandono da comunidade. Algumas fotos foram publicadas no Facebook pelo sargento Adriano Veras. Ele chegou a mencionar que fazem três meses que a população pede solução para o lixo que está acumulado nas calçadas.
As fotos, divulgadas por ele e por outros moradores, comprovam que o problema não é um caso isolado. São várias vias do bairro na mesma situação. Um cidadão – sem ver solução – optou por queimar o lixo. A Secretaria de Serviços Urbanos informou que vai tomar providências. “Por questões de logística tivemos que frear por momentos a limpeza no bairro Independências e em outros bairros da cidade, tendo em vista a falta de espaço no aterro sanitário municipal”, disse o secretário.

RUSTICÃO – A ONG Amigo Bicho e a Associação dos Corredores de Rua Gabrielense (Ascorg) realizarão a 1ª Rusticão (Corrida rústica em prol dos animais). O evento aconterá neste domingo (09/08), na praça Fernando Abbott. A largada será as 9h 30min e as inscrições serão feitas no dia do evento ou até esta sexta feira (07/agosto) nas academias AEPF, Perfomance, Valéria Lacerda, Atitude, Treino, Bio Ritmo e no Colégio Tiradentes.
A competição contará com a opção de uma aula de zumba administrada pela professora Débora Azambuja, do Atelier da Dança, no espaço cívico da praça. Inscrições para a rústica e aula de zumba custarão R$ 5,00 cada. PREMIAÇÃO DA RÚSTICA: Medalhas 1º ao 5º lugar (por categorias) e Troféus para os 5 primeiros masculino e 5 primeiros feminino. Troféu especial para a equipe que mais levar participantes.

br-290

O ABANDONO DA BR-290 – Se não bastasse o trânsito complicado na BR-290, na manhã desta quinta-feira (06/08), a nossa reportagem se deparou com uma série de obstáculos ao trafegar entre São Gabriel e Santa Margarida do Sul. O trecho é caso de calamidade pública. Se é perigoso para quem dirige um automóvel, o que dizer para quem conduz uma motocicleta?
São pelo menos 50 buracos espalhados em menos de 14 quilômetros de rodovia. Um caos que só tende a piorar.

VILA MARIA – “Bom dia Prefeito Roque, agora pela manhã, saiu um jogo festivo entre uma equipe de Santa Maria e a Escolinha da AEPF no campo da Vila Maria. Estamos até com vergonha de não ter o mínimo de estrutura, com sede e banheiros e um local para a gurizada se vestir,sendo que o Senhor autorizou o Secretário de Obras a efetuar a reforma da mesma. Só que já se passou um ano e o mesmo só teve aqui para olhar e fazer um levantamento de material e nunca mais retornou”.
O lamento é do presidente da Associação de Moradores da Vila Maria, Rodrigo Machado. O dirigente comunitário alega que falta apoio do Governo Municipal e que as maiorias das ações ficaram apenas nas promessas.

E O IPVA? O comando do Batalhão de Operações Especiais (BOE), de Porto Alegre, admitiu, no domingo passado, que mais de 90% das viaturas da corporação estão com o licenciamento vencido. Apenas sete, dos 43 veículos, tem a documentação em dia. O comandante do BOE, tenente-coronel Carlos Alberto Andrade, explica que o pagamento já foi realizado no início de julho, mas, o documento ainda não foi liberado. Ele admite que as viaturas estavam circulando, mesmo sem licenciamento. “Se o Estado não supre a necessidade para atender uma demanda da sociedade, eu tenho que atuar e, depois, arco com as consequências. Hoje, para não gerar uma crise maior, tirei os veículos da rua”, ressalta.
Mas você pensa que isso é um fato isolado? Se acredita nisso, saiba que está muito enganado. Em São Gabriel, por exemplo, de todas as viaturas, somente a utilizada pela PATAMO tinha condições de trafegar pela cidade. As demais, segundo informou a direção da Associação de Cabos e Soldados da BM (ACAS-BM), estava – ou ainda estão – com a documentação vencida.
A medida, desde segunda-feira, foi mandar para as ruas o policiamento a cavalo. Resta saber se os animais estão em dia com os exames, já que o “Mormo” é uma das preocupação no Estado.

 

DIRETO DA REDAÇÃO: TRABALHO SOCIAL OU POLÍTICO.

PROJETO
Eu disse não, categoricamente, quando um amigo (bem conhecido em São Gabriel) fez um convite oficial para integrar um grupo de trabalho com crianças carentes. Esse “não” é o reflexo da falta de credibilidade resultante de ações de pseudo-líderes que atuam em alguns bairros da cidade.
Ora, não levem para o lado pessoal. Eu sei que tem muita gente boa no meio, no entanto, as “maçãs pobres” acabam prejudicando toda a colheita.
A ideia é boa, afinal de contas, todo o trabalho desenvolvido com crianças, principalmente quando alia esporte e ações educativas, se bem executado, repercute positivamente dentro de uma comunidade. Não é preciso dizer que muitas destas ações acabam salvando o futuro de alguns jovens.
Mas eu não vim aqui falar sobre o projeto, mas, sim, de uma experiência no passado que acabou prejudicando – pelo menos – 30 a 40 crianças nos bairros Beira Rio e Pró-Morar.
Em 2007, quando estava à frente da Juventude do PFL (depois Democratas), iniciamos um trabalho com moradores dos dois bairros. O objetivo era unir recreação (com aulas de futebol) e ações de socialização dos pequenos. Conseguimos bolas e até promessa de cessão de um educador para as aulas de futebol. Todo o final de semana, o grupo do PFL deveria fazer doações de galeto e arroz para um almoço reforçado dos integrantes do projeto. Deveria, mas nunca fez.
Com quatro semanas de projeto, o número de crianças aumentou, principalmente no momento do almoço. Era muito gratificante ver o resultado. O que eu não sabia, era que estava sendo explorado.
Eu explico.
Um dia antes do almoço, um homem, que eu tinha como braço direito no projeto, ligou pedindo gás, alegando que não tinha como confeccionar os alimentos.
Neste momento do projeto, a Juventude do PFL era só eu (em nenhum momento os colegas de partido participaram, mas já haviam aparecido em duas fotos de divulgação dos resultados), mas nem por isso eu desisti. Abri mão, muitas vezes de comprar carne para a minha família, para não deixar as crianças sem o almoço comunitário.
Então veio a decepção. Na manhã seguinte ao pedido de gás, resolvi acompanhar a preparação dos alimentos.
Quando cheguei à residência do responsável pelo “trabalho” descobri que o galeto (cerca de 25 quilos de coxa e sobrecoxa) estava sendo feito em um fogão a lenha e na casa de uma terceira pessoa (até então desconhecida do projeto).
Outras revelações vieram com essa descoberta. O galeto, desde os primeiros dias de projeto, vinha sendo desviado. Para as crianças era direcionada apenas uma pequena parte.
Eu descobri que estava alimentando uma família apenas, enquanto outras 50 eram prejudicadas.
Mas porque relatar tudo isso?
Simples. Esta experiência me fez repensar, tanto que desisti de militar por um partido. Hoje, defendo pessoas, deixando de lado cores partidárias.
A decepção com os colegas de partido foi grande porque não tive apoio, mas não chegou a 10% do sentimento de derrota ao notar que pessoas, que deveria lutar pela sua comunidade, são as primeiras a empurrar os mais necessitados para baixo.
Como resultado, disse “não” a um amigo, mas não significa que desisti de trabalhar por estas comunidades. Aprendi, no entanto, que assistencialismo não leva a nada. Apenas torna estas pessoas ainda mais acomodadas. Tudo o que vem fácil, vai fácil. Se vamos trabalhar com crianças, é preciso educá-las, ensinando-as que as conquistas vem com muito esforço.

Esse e outros textos farão parte do DIRETO da REDAÇÃO. Tem muitas coisas que precisam ser ditas, mas ninguém fala. Resolvi relatar, diariamente, fatos do passado (que refletem no presente) e outras situações do dia a dia de São Gabriel, coisas que todos querem saber, mas tem medo de perguntar. Acompanhem…

bramoto São Gabriel 15 maio 15

CARRETA TOMBA EM VILA NOVA DO SUL.

CARRETA TOMBOU

Uma carreta com carga de tijolos tombou na madrugada de segunda-feira, dia 26, na BR-290 em Vila Nova do Sul. O trecho fica distante cerca de 2 quilômetros do município em direção a Porto Alegre. O acidente ocorreu por volta das 5h. O veículo carregava 9,8 mil tijolos, uma carga com peso estimado em 31 toneladas.

Conforme a Brigada Militar (BM), o motorista disse que perdeu o controle do veículo que transitava no sentido Capital/Fronteira-Oeste. Como o trecho é uma reta, a polícia questionou se ele não havia dormido ao volante. Ele disse que o degrau do acostamento é alto, o que teria causado o descontrole do caminhão que tombou para fora da pista. Ele não se feriu. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu a ocorrência.

fonte: RÁDIO GAÚCHA

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS!

armado

O encaminhamento de um adolescente de 14 anos para o Centro de Atendimento Socioeducativo de Santa Maria (Case), na noite de terça-feira, foi destaque nos principais jornais do Estado. Na verdade, esse tipo de medida acontece com inúmeros jovens, diariamente, por todo o Rio Grande do Sul. O que faz deste caso uma situação especial é o fato de o infrator ser um aluno acusado de invadir uma escola armado com a intenção de matar a professora.

O menino teria entrado com uma espingarda na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dom Érico Ferrari, onde estuda, no interior de Nova Palma. O adolescente confessou que queria matar a educadora. As aulas na escola, que foram suspensas na terça, foram retomadas nesta quarta-feira.
O promotor de justiça Claudio Estivallet Júnior, de Faxinal do Soturno, que responde também por Nova Palma, disse que o Ministério Público fez a apresentação do adolescente e foi oferecida representação pelas infrações de porte de arma de fogo, tentativa de homicídio por motivo fútil e ameaça. Segundo ele, será instaurado procedimento administrativo também para ver a situação da família .
O caso de Nova Palma deveria (deveria, mas não vai) chamar a atenção para a falta de segurança que assola as instituições de ensino do Estado. É muito fácil um aluno entrar armado e cometer atrocidades.
E porque digo isso? Simples. Tenho, pelo menos, três declarações sobre situações semelhantes ocorridas em escolas de São Gabriel, onde o estudante pressiona o professor e, este, acuado acaba seguindo as ordens daquele que deveria obedecer a regras.
Em um caso, um estudante se desentendeu com o colega e, já na rua, foi até o carro e se armou. Dizem os estudantes que a situação só não ficou pior, porque o jovem acabou sendo desarmado por um amigo.
Em uma escola – que atende alunos na parte da noite – há uma “luta” por vagas para estacionamento em frente ao portão de acesso, único ponto iluminado e capaz de ser visualizado por funcionários a todo o momento. Um professor admitiu que tem medo que os pneus do carro sejam cortados. Ele conta que, no passado, quando o aluno ficou descontente em sala de aula, acabou retalhando um dos pneus do seu veículo.
Mas como se preocupar somente com o que pode acontece dentro da sala de aula, quando o problema está na frente das instituições. É fácil comprovar esta afirmação. O aluno sai de casa para estudar, mas acaba formando grupos em frente das escolas. O resultado, quase sempre, é o mesmo. São confrontos, provocações e – em alguns bairros – pedágios.
Casos, como estes, não são novidade. Não vamos ser hipócritas. Todos sabemos que acontecem, resta saber quando serão implantadas medidas para conter este tipo de atividade ofensiva à integridade da sociedade, pois o final é sempre o mesmo e na maioria das vezes são os pais que acabam chorando.

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