FESTA DE 60 ANOS DA LIGA FEMININA DE COMBATE AO CÂNCER ACONTECE HOJE NO BANANA CAFÉ.

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A história da Liga está traduzida no olhar e na esperança dos seus pacientes. E seu trabalho se concretiza pelas mãos e dedicação de cada um de seus voluntários. A Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Gabriel, criada em 25 de maio de 1955, comemora seus 60 anos na noite desta sexta-feira (22/05).
Será uma noite de festa, quando a Liga prestará uma homenagem de reconhecimento para pessoas físicas e jurídicas que colaboram sobremaneira para o pleno êxito de suas atividades. Além disso, serão apresentadas à sociedade gabrielense as Glamours 2015. Helena Dornelles Pacheco, filha de Quele e Jandrey Pacheco, ela receberá a faixa de Little Girl. Luiza França Pecis, filha de Andrea e Geraldo Pecis, receberá a faixa de Broto da Liga. Lourdes Ferreira Lederes é a Glamour Lady 2015. Já a Glamour Girl 2015 é Maria Eduarda Cunha da Silva. A Banda Barbarella animará o jantar-baile que contará com o seu tradicional Buffett de doces.
A Liga foi fundada casa do abnegado médico humanitário Dirceu Menna Barreto de Abreu, pelas senhoras Suely Barbosa de Abreu, Celina Barbosa Rodrigues e Zaira Astarita. Durante 35 anos, a Liga foi presidida pela voluntária Celina Barbosa Rodrigues, que é considerada a maior benemérita de São Gabriel.
Os recursos para manutenção da entidade são provenientes do trabalho voluntário, atividades promovidas pela Liga, como jantares, pedágio solidário, doações individuais e contribuição espontâneas da comunidade. Atualmente, a presidente da Liga é Anna Maria Chiappetta Focaccia.

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GINÁSIO: CRUZEIRO DEFENDE LIDERANÇA CONTRA O GRÊMIO.

Líder do Campeonato do Ginásio São Gabriel, com 24 pontos, o Cruzeiro defende a manutenção da posição neste sábado (23/05) contra o Grêmio, atua terceiro colocado com 19 pontos. O jogo será o segundo da rodada.
Na abertura, tem clássico Fla-Flu. O Flamengo é o atual quinto colocado, enquanto o Fluminense ocupa a penúltima colocação. O atlético – pior campanha do certame (em 10 rodada ainda não pontuou) – enfrenta o Corinthians, sexto colocado, com 9 pontos. Palmeiras – quarto colocado – fecha a rodada contra o vice-líder Internacional.

GRUPO TRABALHA COM VOLUNTÁRIOS QUE QUEREM “FUGIR” DO VÍCIO.

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O primeiro passo é realmente difícil de ser dado, mas, com certeza, está longe de ser a maior dificuldade para um dependente químico que quer se manter “limpo”. De acordo com os profissionais que trabalham no apoio psicológico de pessoas viciadas em álcool e drogas, estar sóbrio ou distante do maconha, cocaína e crack é uma conquista, mas também pode ser uma falsa sensação de força que acaba, muitas vezes, levando o doente novamente a recaída.
Com 73 anos, o militar da reserva H.T. viveu boa parte da vida lutando contra o vício. Ele faz parte de um grupo – variável entre 10 e 20 pessoas – que participa de sessões terapêuticas organizadas por uma equipe de profissionais do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de São Gabriel conhecido por GAD (Grupo Álcool e Drogas). Na pratica o trabalho é desempenhado pela terapeuta ocupacional Deise Comassetto Marin e o psicólogo Cleverson Ferreira em uma sala na Unidade Básica de Saúde PAM. Apesar de fazer parte do CAPS, o atendimento foi trazido para a área central para facilitar o acesso voluntário dos dependentes e diferenciar do trabalho que é feito com pacientes que apresentam outros tipos de doenças.
H.T. começou a beber socialmente, mas logo depois já não se satisfazia com apenas alguns “goles”. O problema com o álcool quase lhe tirou do Exército. Isso só não aconteceu, porque ele encontrou pela frente um comandante que entendeu que o alcoolismo era uma doença. O militar resolveu não punir, mas determinou que ele deveria buscar apoio.

Terapeuta Ocupacional Deise Comassetto Marin e o psicólogo Cleverson Ferreira

Terapeuta Ocupacional Deise Comassetto Marin e o psicólogo Cleverson Ferreira

Não adiantou muito. Nesta época, H.T. já não se satisfazia somente com o álcool. “Passei a roubar para manter meu vício e acabei usando maconha e cocaína”, conta.
A decisão de buscar apoio veio depois de alguns anos. Foram mais de 30 anos, com períodos de abstinência e recaídas, até que o fim do poço começou a apareceu com mais clareza.
Um dia, passando pela Santa Casa de Caridade, H.T. viu um cartaz de divulgação dos Alcóolicos Anônimos (AA).
De acordo com a terapeuta ocupacional Deise Comassetto Marin, a decisão de buscar ajuda tem que partir do indivíduo, mas, na maioria das vezes, é um processo lento, pois eles acreditam que é possível se libertarem do vício sem o auxílio profissional.
Hoje, H.T. reconhece que os Grupos de Apoio são um “remédio” eficiente. “O peso da droga é um caminhão encima da gente. Temos que ter ajuda para tirar esse caminhão. Precisamos estar vigilantes 24 horas”, argumentou.
O zelador A.T.S., de 34 anos, precisou atentar contra a própria vida para perceber que não poderia lutar contra o vício sozinho.
O rapaz começou a beber com os amigos ainda aos 14 anos. Só parou no ano passado, depois que pulou da ponte do Rio Vacacaí. Ele passou por um processo de desintoxicação no Hospital de Santa Casa e de internação na Fazenda Vida Plena, em Parobé, onde começou a viver com disciplina. Foi quando reencontrou a sua identidade.
Depois de 9 meses limpo, ele reconhece que todo dia é uma luta a ser vencida.
De acordo com a terapeuta, não existe ex-alcóolatra ou ex-viciado. “O alcoolismo e a droga são doenças estacionadas. Não tem cura. A partir do momento que frouxar o freio, tudo volta”, explica.
Segundo ela, quando o indivíduo se torna dependente químico, o mesmo tende a perder o papel ocupacional, as habilidades funcionais, os interesses por atividades que até então estavam presentes no seu dia a dia e muda o seu comportamento e quase toda as atividades que fazem parte da sua rotina de vida.
O tratamento terapêutico ocupacional é um processo contínuo que inicia com a avaliação, se estende ao vínculo terapêutico e termina com a concretização dos objetivos traçados.
“O papel fundamental da terapia ocupacional na atuação junto aos dependentes químicos é preparar o usuário para a sua volta à vida cotidiana, sem as suas dependências e fortalecendo a busca do prazer em atividades construtivas e produtivas”.

A RECAÍDA
O militar H.T. ficou 19 anos sem sentir necessidade de buscar “apoio” nas bebidas ou nas drogas. Bastou vivenciar uma situação de estresse para cair na tentação.
“Eu estava num parque e vi um jovem ser assassinado. Fiquei muito triste. Sai dali e fui direto para um bar. Tomei um copo de cerveja. Depois outro e outro”.
Segundo o psicólogo Cleverson Ferreira, a recaída varia de pessoa para pessoa. “Alguns voltam a beber por um dia, outros por meses ou até anos”, comentou.
H.T. demorou para conseguir ficar limpo. Foram 8 meses. Agora ele está há 8 anos sem álcool ou drogas.
Considerado um dos vícios mais difíceis de largar, o alcoolismo tornou-se uma das novas doenças do século XXI. O livre acesso a bebidas alcoólicas, principalmente pelos jovens, proporciona um aumento substancial na média de alcoólicos internados por ano. O vício, muitas vezes instalado desde a adolescência, é fatal quando o doente não quer ou não consegue tratar-se.
Apesar de um dos principais fatores pelos quais os doentes alcoólicos se refugiam no álcool sejam os distúrbios emocionais, há uma série de razões que levam uma pessoa a beber e a tornar-se alcoólica, motivos esses que também são apontados como causas de recaídas. Sentir-se bem bebendo álcool é o mais clássico dos motivos para o fazer. Quando algo de mau acontece na vida, é natural que a pessoa se torne mais pessimista dependendo da maneira de lidar com problemas que cada uma tem, há quem veja na bebida a única solução para esquecer os problemas durante umas horas.
O Grupo Álcool e Drogas (GAD) se reúne todas as terças-feiras, das 9h às 11h30. Quem precisar de apoio pode procurar os profissionais responsáveis pelo projeto.
Além do GAD, São Gabriel ainda tem os Alcóolicos Anônimo (AA) e o Grupo Amor Exigente.

POLÍCIA DERRUBA ESQUEMA COM A APREENSÃO DE 7,1 KG DE MACONHA E PRISÃO DE DOIS ELEMENTOS.

JUNTO COM FÁBIO, POLÍCIA ENCONTROU 7,1KG DE MACONHA

JUNTO COM FÁBIO, POLÍCIA ENCONTROU 7,1KG DE MACONHA

FÁBIO

FÁBIO

A Policia Civil de São Gabriel desbaratou no final da manhã desta sexta-feira (22/05), no bairro Cidade Nova, um esquema de tráfico de drogas. Duas equipes do setor de investigações e da antinarcóticos detiveram, em flagrante, o elemento Fábio Oliveira Borges, de 32 anos, em uma residência na rua Rosário do Sul, 354. Fábio se preparava para fazer a distribuição de cerca de 7,1 kg de maconha trazida de Uruguaiana.
O delegado de polícia, Jader Ribeiro Duarte, disse que o elemento vinha sendo investigado há alguns meses. “Montamos campana próximo a residência dele, pois tínhamos informações que a droga chegaria de outra cidade”, comentou.
Fábio saiu de casa, pela manhã, numa motocicleta. Perto de uma residência, no Bairro Independência, o acusado recebeu uma mochila. O material foi repassado a ele pelo elemento Luiz Cláudio Castilhos Batista, de 19 anos, conhecido pelo apelido de Mozo. Atá pouco tempo, Mozo estava preso por envolvimento com os chamados Bondes.

MOZO

MOZO

Observado pela Polícia, Fabio retornou para a casa. Mais tarde, quando se preparava para sair em um moto-taxi, o acusado foi detido. Junto com ele estava a mesma mochila. No seu interior foi localizada grande quantidade de maconha.
“Fabio disse que estava levando a droga para a mulher do Pirata (identificada como Taynara da Rosa Neto) e que o restante estava escondido em um roupeiro dentro de casa”, informou o delegado.
A prisão de Fábio resultou na detenção de Luiz Cláudio, apontado como responsável por trazer a droga para a cidade e na denúncia contra Taynara, apontada como a pessoa que receberia a droga e ficaria com o compromisso de distribuir.
Taynara negou participação, mas o policiais, além do depoimento de Fábio, encontraram um bilhete no bolso do acusado (com endereço e nome da mulher) e ainda uma mensagem em um aparelho de telefone celular informando que a droga deveria ser levada para a Vila Maria, para a casa de Taynara.
EM MARÇO, TAYNARA TAMBÉM NEGOU
Fábio e Luiz Cláudio foram presos em flagrante acusados de tráfico e formação de quadrilha. Taynara responderá em liberdade.
As investigações indicam que a droga está relacionada aos contatos de Diogo Roberto Rodrigues de Oliveira, vulgo Diogão Pirata, de 26 anos, preso no dia 29 de março, junto com a companheira Taynara, de 20 anos. Ele ficou detido acusado de tráfico. Ela– depois de encaminhada para a Delegacia de Polícia – alegou que não participava do esquema e acabou sendo liberada.
A Polícia Civil investigava a venda de drogas na região da Rua Plácido de Castro, ao lado da 13ª Cia Com, há dois meses. Embora a ação tenha sido rápida, Diogão ainda conseguiu jogar a droga no vaso sanitário e puxar a descarga. Na casa, além de dinheiro, os policiais encontraram munição calibre 22. A arma – uma carabina, de uso restrito – foi entregue por Diogão e estava escondida em uma obra próxima a residência. Também foram apreendidos um facão, dois telefones celulares e facas. Diogão foi encaminhado para o presídio, onde continua preso.

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POLÍCIA REALIZA OPERAÇÃO CONTRA O CRIME EM SÃO SEPÉ.

policia em são sepé

Pelo segundo dia consecutivo, a Polícia Civil e a Brigada Militar voltaram a percorrer bairros de São Sepé na busca de suspeitos de possuir relação com grande parte dos crimes recentes registrados no município. A Operação iniciou nas primeiras horas da manhã. Os policiais entraram em matos onde os suspeitos podem estar refugiados. Cerca de 50 policiais se envolveram na operação.
Um menor de idade chegou a ser detido por volta das 8h. Com ele, os policiais encontraram munições, roupas e eletrônicos. Há suspeita de que os objetos possam estar relacionados a alguns furtos.
Após um pente fino no bairro Cristo Rei, o grupo entrou no mato próximo ao ponto. Foram feitas buscas as margens do rio até o ponto de captação da Corsan. Um dos suspeitos, conhecido como “Maria”, chegou a ser avistado a longa distância, mas conseguiu fugir. O delegado da DP de São Sepé, João Gabriel Parmeggiani Pes, disse que o trabalho de buscas vai prosseguir. A ação policial contou com a participação de agentes da DP de São Gabriel.

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