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LIGA É HOMENAGEADA PELO PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL.

LIGA FEMININA DE COMBATE AO CANCER
A Câmara Municipal de Vereadores promoveu na manhã de quinta-feira (25/05), sessão solene em homenagem aos 62 anos de fundação da Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Gabriel. A distinção foi entregue pelo vereador Adão Santana (PTB), autor do Voto de Louvor, às voluntárias da entidade. Em nome da Liga, o Dr. Heraldo Menezes Amann fez um pronunciamento agradecendo a homenagem do Poder Legislativo. O vereador André Focaccia (PSD), filho da presidente Anna Maria ChiappettaFocaccia, também usou a palavra para destacar o trabalho desenvolvido pela Liga Feminina de Combate ao Câncer em São Gabriel. Também prestigiou o evento, o casal de voluntários Ana Helena e Dirceu Menna Barreto de Abreu.

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50º TRANSPLANTE DE RIM: TATIANA GANHOU UMA NOVA OPORTUNIDADE DE VIDA.

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Tatiana (C) com enfermeiros do Centro de Nefrologia

Normalmente as pessoas comemoram aniversário uma vez por ano. Algumas mulheres, por vaidade, depois de certa idade, até preferem esquecer que fazem aniversário. Em se tratando de saúde, no entanto, nem mesmo a vaidade supera a força da vontade de viver.
Na vida da Tatiana, nos últimos anos, nada tem sido normal. Ela teve que aprender a conviver com as deficiências causadas por problemas renais crônicos que a colocaram numa lista de espera por um transplante de rim. Hoje, ela faz parte de um seleto número de gabrielenses que ganharam uma nova oportunidade na vida.

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Dr. Gerson com a paciente Tatiana

No dia 8, Tatiana Teixeira Munhoz foi submetida a uma cirurgia e passou a ser a paciente de número 50 a receber transplante de rim em São Gabriel. O número simboliza uma conquista numa luta que é árdua e que tem muitos brasileiros ainda em busca da vitória.
Até conseguir o transplante, Tatiana ficou três anos no programa, se submetendo a três sessões de hemodiálise na semana, com 4 horas cada uma. “Uma brava lutadora que merece o que está ganhando”, disse o médico nefrologista, Gerson Barreto de Oliveira, do Centro de Nefrologia Gabrielense.
No ano passado, até 30 de junho, cerca de 42.523 mil pessoas aguardavam na fila para transplante no Brasil. Em 2015, eram 41.236 pessoas na lista de espera. De acordo com o Ministério da Saúde, a crise econômica fez com que o número de transplantes de órgãos caísse.
No caminho inverso, o ano passado foi o melhor para São Gabriel. Foram realizados sete transplantes, quando a média normal anual era de três cirurgias.
“Eu nasci de novo neste dia. Ganhei uma nova oportunidade, por isso considero que nasci novamente”, disse a dona de casa. A cirurgia dela foi no dia 8 de maio, no Hospital da PUC, em Porto Alegre.
O médico nefrologista comemora o 50º transplante como uma vitória.
“É como ser capitão de um navio e ver o seu passageiro descer num porto seguro. Num lugar melhor”, comentou.
O Brasil possui o maior sistema público de transplantes no mundo. Em 2016, mais de 90% dos transplantes realizados no Brasil foram financiados pelo SUS. Os pacientes possuem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.
O Centro de Nefrologia Gabrielense tem 100% do seu público vinculado ao SUS, mas, atende na sua sede, junto ao Hospital de Santa Casa de Caridade, os pacientes crônicos que precisam de hemodiálise.
Outros pacientes, que são encaminhados pela Rede Básica, são assistidos na Unidade de Saúde Brandão Júnior, onde o médico nefrologista Gerson Barreto de Oliveira atende todas as sexta-feiras.

saude plena

DR. GERSON BARRETO DE OLIVEIRA: “HERÓIS”.

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Dr. Gerson Barreto de Oliveira Médico Nefrologista da Santa Casa de São Gabriel CREMERS 18299 – RQE 11776

Não é de hoje que se ouve:“Na hora da necessidade surge o homem certo”. Neste tempo de emergência em que vivemos é que se procura desesperadamente por heróis, e se os encontra.
O famoso teatrólogo alemão Bertolt Brecht escreveu:“Infeliz é a nação que busca por heróis”. Ambíguo, não é mesmo?Sim, porque também nos acostumamos a lamentar a pouca grandeza dos políticos de plantão, das celebridades pop – jogadores, atrizes, pseudo atrizes, e por aí vai.
Uma escritora inglesa chamada Lucy Hughes – Hallet fala que a veneração exagerada por um indivíduo excepcional representa uma tentaçãoe permite àqueles que veneram eximir-se de responsabilidades. Tais pessoas procuram no grande homem a salvação ou a realização daquilo que elas próprias deveriam estar em busca. Refuto tais heróis.
Heróis para mim são indivíduos de carne e osso, sem aura, enfrentando a vida mesmo que ela seja insana em sua crueldade. Nestes 27 anos pós formatura, convivi com vários heróis anônimos, imensos em sua dignidade.
O que dizer da técnica de enfermagem que trabalhava no berçário do hospital onde eu estava fazendo minha graduação? Ela estava já para se aposentar, cabelos brancos, pegava dois ônibus e ia trabalhar no berçário. Lá, era rainha. Nunca vi tanta dedicação e cuidados com os recém nascidos! Parecia uma fada cada vez que pegava um bebê e este instantaneamente parava de chorar. Pois durante o período obrigatório que eu deveria passar ali vi um drama de perto. Um bebê tinha sido abandonado pela família, era mal formado. Parecia ser algo como a “Síndrome de Proteus”, doença congênita que dá ao infeliz que acomete, uma aparência monstruosa. Em 1980 fizeram um filme maravilhoso sobre o assunto:“O Homem Elefante”.Tocante e triste, um clássico filmado em preto e branco. O diretor David Lynch extraiu dos seus atores grandes interpretações.
Pois o pobre menininho do meu hospital escola foi deixado no berçário para nunca mais ser resgatado. Havia uma norma que depois de determinada idade os bebês teriam que ir para a ala pediátrica. A boa funcionária se desesperou:“Ninguém vai saber alimentá-lo, ele vai se afogar”. Se do queixo para baixo era perfeito com o corpinho bem formado e rosado, o rosto era uma aberração. Como um desenho infantil borrado, a boca era um rasgo. No lugar de um olho outro rasgo, o olho restante fitava o absurdo da sua existência permanentemente arregalado, a cabeça era igual ao filme, enorme e protuberante.
A técnica correu atrás de uma solução, iria adotá-lo e o levaria consigo. Mas nem tudo correu como planejado, a burocracia do hospital ganhou a corrida contra a burocracia da adoção judicial, e o bebezão foi para a ala pediátrica. Sem os cuidados que a mãe substituta lhe dedicava, ele realmente se afogou em leite, por causa da boca disforme, ou das mil mal formações. Ao chegar bem cedo para trabalhar ela passava antes para ver o seu quase filho, mas a criança não sobreviveu muito tempo. O hospital continuou sua rotina, mas aquela mulher que já era quase mãe novamente aos 60 e poucos anos acusou o golpe, vergada, pediu as contas e foi para casa cuidar das feridas da alma.
Heróis são sim quem três vezes na semana deita numa cadeira para ficar quatro horas sendo dialisado, todos são super heróis. E em muitas ocasiões o destino, ou Deus, a força criadora, o Todo Poderoso, seja lá como queiram chamar, gira a roda da vida mais rápido.
Eu vi, e continuo me maravilhando com a mudança de vida que o sortudo da vez tem em ser o escolhido para um transplante renal. Neste mês de maio de 2017 comemoramos o transplante número 50 que é feito por intermédio da Clínica de Hemodiálise, já é um número significativo.
Pois ajudei também ao encaminhar pacientes para transplante hepático. Sempre é comovente, arrebatador, é alguém voltando a ser livre, independente, dono da sua vida.
Para mim heróis são aqueles que se superam acima das expectativas comuns, ou por sua garra, ou para doar-se incondicionalmente ao próximo.

Nota: O Centro de Hemodiálise de São Gabriel informa a todos que pessoas que se passam por “ colaboradores “ do serviço estão ligando para pedir contribuições via telefone, fiquem atentos porque estas pessoas não foram autorizadas a isso.

NILO DIAS: DOUTOR CHARLESMAGNE, UM HOMEM SEM PRECONCEITOS.

18618108_10213118431466041_1015225835_oFaleceu no dia 21 de setembro de 2012, vitima de uma parada respiratória, o conhecido e atuante advogado no Foro de São Gabriel, doutor Charlesmagne Fenianos Neme, com a idade de 82 anos.
Ele estava se tratando de um sério problema intestinal e se encontrava internado no Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo, em Santa Maria, onde seria paciente de uma cirurgia.
O corpo foi cremado no Crematório Cristo Rei, em São Leopoldo. Deixou a esposa Eva dos Santos, os filhos Leila dos Santos Neme e Walter dos Santos Neme, que é médico, clinicando em Santa Maria e três netos.
Eu conheci o doutor Charlesmagne no bar “A Toca”, do amigo Marciano Bastos, frente à Prefeitura. A exemplo do doutor João Alfredo Reverbel Bento Pereira ele era um homem sem preconceitos, mesmo pertencendo a uma classe social alta.
Frequentava, além de “A Toca”, também o bar do Lima, que antes ficava na Tristão Pinto e hoje se localiza na Mascarenhas de Moraes. E tratava a todos com a mesma simplicidade que sempre o caracterizou.
É claro que ia a esses locais esporadicamente para tomar uma ou duas doses de uisque, sua bebida predileta. Mas nada de exageros. Não era como eu, por exemplo, que visitava o Marciano quase todos os dias. E noites. E derrubava todas.
Outro amigo, pessoa de uma enorme simplicidade e que também já nos deixou, era o doutor Ferrer, igualmente advogado. A exemplo do doutor Charlesmagne, frequentava “A Toca” e participava dos bate-papos que acabaram por dar ao bar o invejável título de “ambiente cultural.”
O doutor Charlesmagne, com seu jeito de ser, conquistou uma legião de amigos. Participava ativamente das conversas que caracterizaram “A Toca” como um lugar onde a cultura se fazia presente. Por lá discutia-se política, futebol e qualquer tema que fosse sugerido.
Nunca esqueci de uma coisa que o doutor Chalesmagne me disse: a diabetes 2 deveria ser chamada também de “diabetes alcoólica”, explicando que geralmente quem bebe tem mais probabilidades de adquiri-la.
E é verdade. Eu tenho a doença e sou obrigado a tomar remédio para o resto da vida. Sou escravo do “Cloridrato de Metformina 850 mgs”. Tenho que tomar uma capsula por dia. Na bula diz que não se pode ingerir bebida alcoólica. Mas faço de conta que não li.
Espero ter vida longa, mas não deixo de lado o prazer de beber uma cerveja gelada e alguma dose de “pinga” da boa. Afinal de contas ninguém é de ferro.
Tem um bar pertinho da minha casa, em Sobradinho-DF, que é uma verdadeira tentação. Comercializa mais de 20 marcas de cerveja, inclusive alemãs e espanholas. E umas 30 marcas de “pinga”. Eu gosto muito de uma procedente de Minas Gerais, de nome “Chico Mineiro”. É boa, mas salgada no preço para quem bebe muitas, R$ 5,00 a dose.
Eu desde os meus tempos de Rio Grande sempre gostei de saborear uma cerveja gelada acompanhada de uma dose de “pinga”. O pessoal no Rio Grande do Sul chama de “égua com cria”.
18596208_10213118354264111_833042163_oNum lugar chamado de “Colorado”, próximo a Sobradinho, tem um barzinho que vende a cachaça mais famosa, e cara, do mundo, a “Havana”. Custa a bagatela de R$ 35,00 a dose. E o dono garante que vende uns 30 litros dela por mês. Vem direto de Cuba.
E por falar em “pinga” boa prometo ao amigo doutor João Alfredo, que na minha próxima ida a São Gabriel vou levar para ele uma ou duas garrafas da maravilhosa pinga “Nêga Fulô”. Essa custa R$ 10,00 a dose, é do mesmo preço e da mesma qualidade da “Germana”, ou superior.
A última vez que vi o doutor Charlesmagne foi em frente a sua residência, na rua Duque de Caxias, dias após ele ter participado da solenidade de lançamento do meu livro “100 anos de futebol em São Gabriel”. Conversamos rapidamente e ele me disse que estava “devorando” o livro e gostando muito, o que me deixou bastante feliz.
Lembro bem que ele foi o primeiro a chegar na Igreja do Galo, local do evento. Adquiriu o livro e de imediato foi embora. Era seu jeito, reservado e avesso a muito barulho.
Me vali da amiga comum Fabiola Fernandes, advogada e dona de imobiliária, em Porto Alegre, para saber detalhes da vida do causídico que nos deixou. E ela, gentilmente, procurou o doutor Walter Santos Neme, filho do doutor Charlesmagne, que é médico e mora em Santa Maria. E ele passou informações valiosas, que possibilitaram fazer esta matéria.
O doutor Charlesmagne nasceu em 6 de agosto de 1930. Era filho do casal Miguel Neme, de origem libanesa e Açucena Fenianos Neme, brasileira, descendente de libaneses. Dessa união nasceram quatro filhos: Chateaubriand, Salwa, Alia e Charlesmagne, o mais novo de todos.
Casou com Eva Batista dos Santos, com quem teve dois filhos, Leila e Walter Neme, este casado com Renisse Vallejos Neme. O doutor Charlesmagne era avô de Magnus, Ayana e Layla, filhos de Walter.
Fez seus primeiros estudos no Ginásio São Gabriel e após no Colégio Anchieta, de Porto Alegre. Cursou a Faculdade de Letras em Bagé, com ênfase na língua francesa. Formou-se em Direito na Universidade Federal de Santa Maria. Foi professor de francês no Colégio Estadual XV de Novembro, em São Gabriel.
O atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Miguel Neme Kodayssi é sobrinho do doutor Charlesmagne Neme, e quando da solenidade de sua posse, prestou uma homenagem ao tio, entre outros colegas.
Também conheci muito o seu irmão, Antônio Neme, que morava na Tristão Pinto. Muitas vezes o encontrei pela manhã fazendo o desjejum no bar do seu Lima.
O que me chamava a atenção era que geralmente ele pedia um refrigerante sem açúcar, pois dizia que era diabético. Mas devorava uma ou duas generosas fatias de bolo, o que sem dúvida anulava os efeitos lights.
Eu convidei a advogada Fabiola Fernandes, que foi pupila do doutor Charlesmagne e sua grande amiga, para que escrevesse algo a respeito dele. E ela atendeu meu pedido, dizendo o seguinte:
Fui convidada pelo amigo jornalista Nilo Dias, para dar um depoimento sobre o doutor Charlesmagne Fenianos Neme. Fiquei lisonjeada com o convite e confesso que foi para mim uma responsabilidade muito grande falar de uma pessoa ímpar como ele.
O conheci quando estudei na Escola XV de novembro, onde ele era professor e um dos organizadores das gincanas da escola. Após fui cursar Direito e ao me formar, me tornei colega de profissão dele.
Fui muito bem recebida pelo doutor Charlesmagne na salinha dos advogados da Comarca de São Gabriel, e a partir daí, diariamente batíamos literalmente o ponto lá, todas as manhãs para acompanhar nossos processos, conversar e tomar um gostoso cafezinho.
Foram anos de amizade verdadeira, e com ele aprendi muito e sobre diversos assuntos. Era uma pessoa culta, inteligente e amiga dos seus amigos, que sempre me orientava com sua sapiência.
Foi de fato uma grande pessoa, que infelizmente se despediu de nós em 22 de setembro de 2012, deixando muita saudade para todos que conviviam com ele. Sinto falta dos seus conselhos e amizade…
Dois dias antes de seu falecimento ele me ligou por volta das 19 horas, como era de costume, e disse que estava se despedindo, e que era grato pela nossa amizade, pois já com 86 anos, não esperava fazer mais amigos verdadeiros…
Foram palavras que me tocaram profundamente, e terei sempre para com ele um sentimento de gratidão. Obrigada doutor Charles, por ter privado da sua amizade.
O amigo doutor João Alfredo Reverbel Bento Pereira escreveu na sua coluna “Amenidades”, no “Jornal da Cidade”, o seguinte a respeito do doutor Charlesmagne Neme.
Pena que ele tenha partido. Era um advogado da velha escola, sério, respeitável e competente, um homem reservado, tímido e quase recluso. Era, também, uma pessoa de poucos e bons amigos.
A advocacia de São Gabriel fica bem mais pobre e, nós, com uma sensação enorme de vazio. Ele me telefonou, poucos dias antes, dizendo que havia lido a coluna em que falei de sementes de milho crioulo.
Pediu-me algumas para plantar no seu pátio. Trouxe-as de fora, mas, com sua derradeira viagem à Santa Maria, não deu tempo de entregá-las. Agora, vou plantá-las, regando-as para que cresçam com viço e sem percalços.
Na vida, sempre há um renascer. Quando provar desse milho verde, cozido ou assado, vou me lembrar dele, deixando-lhe um lugar reservado em minha mesa, onde, cerimoniosamente, irá degustar dessa iguaria que os antigos sabem valorizar. Até um dia, irmão.
Eu conheço bem o Bereci Macedo. Sei de suas virtudes e seus defeitos. Quando ele diz não, nada vai convencê-lo a dizer sim. Eu o convidei a fazer um depoimento sobre o doutor Charlesmagne Neme, que sei, era seu grande amigo.
E ele me respondeu que não podia, explicando que o saudoso professor e advogado, certa vez lhe disse que não esperava homenagens depois que partisse para o outro lado.
Mas eu encontrei esta postagem do Bereci, no Facebook, e como ela não foi endereçada diretamente ao doutor Charlesmagne, tomo a liberdade de divulgá-la:
“Em 2011 participei da colação de grau em medicina (UFSM) do Flávio Antônio Madruga Segundo, filho do conterrâneo meu amigo, quase irmão, Flávio Antônio Madruga, companheiro de futebol no Botafogo do Adalberto Mendonça, no Palmeiras do Aldo Lima e na equipe de futebol de salão da Auto Gabrielense S. A.
Além de amigo em São Gabriel foi através do Flávio pai que adquiri um grande e qualificado convívio social naquela cidade. Parabéns ao pai e ao filho e que este não esqueça nunca o juramento feito naquele momento significativo e solene.
O segundo prazer está ligado ao fato do paraninfo, médico e professor, Walter Santos Neme, também do meu círculo de amigos, ser filho do advogado Charlesmagne Fenianos Neme, profissional que honra o magistério, honra e qualifica a advocacia são-gabrielense.
18578806_10213118352344063_988144149_nEste mundo é pequeno, o bonito nessa história é que o Charlesmagne foi professor do Flávio, em São Gabriel, no Colégio Estadual XV de Novembro e o Walter, filho do Charles, foi professor do Flávio Segundo filho do Flávio, na UFSM”.
Seguem fotos as do Dr. Charles com irmãos e pais são as mesma > Pela ordem sentado Miguel o pai , Açucena mãe .da esquerda para direita Charles ( sem bigode) ,Alia irmã , Salwa ,Chateaubrian de bigode .
O doutor Charlesmagne também teve destacada atuação no meio cultural da cidade, tendo sido um dos fundadores da Associação Cultural Alcides Maya. Ele fez parte da Comissão de Notáveis criada pelo ex-prefeito Balbo Teixeira para tratar do tema.
Fizeram parte da Comissão, além do doutor Charlesmagne, o historiador Osório Santana Figueiredo, o doutor Nelson Lýdio Andrade de Azevedo, doutor Milton Teixeira, Galeno Evangelho Costa, Ricardo Pereira Teixeira e doutor Aluizio Macedo.
(Por Nilo Dias)

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