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PREVISÃO É DE POUCA CHUVA NESTA SEMANA.

Boletim semanal do Instituto Climatempo, produzido especialmente para o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), informa que o retorno das chuvas nesse último final de semana possibilitou, mesmo que parcialmente, a elevação dos níveis de umidade do solo e consequentemente retornando as boas condições ao desenvolvimento das lavouras. Porém, as regiões que mais receberam chuvas nesses últimos dias foram as da Depressão Central e da Fronteira Oeste. As demais regiões produtoras do Rio Grande do Sul registraram baixos volumes e até mesmo total ausência.
Para essa semana as previsões meteorológicas continuam indicando pouquíssimas chuvas, já que não há previsão de que frentes frias consigam avançar sobre as regiões produtoras e provocar chuvas. O tempo permanece aberto e com temperaturas amenas ao longo de toda a semana. Apesar de tais condições climáticas, o desenvolvimento das lavouras de arroz não será afetado, já que os reservatórios mantêm boa capacidade hídrica, com plenas condições ao uso da irrigação.
Mas a falta de chuvas generalizadas, associadas a ventos frios que sobram do sul, já começa a trazer apreensão aos produtores de todas as regiões, em especial da Campanha, Zona Sul e do Litoral. Chuvas mais generalizadas só devem ser observadas no final deste mês. Confira diariamente a previsão do tempo no site do Irga.
Após ter começado a segunda-feira (05/12) com marcas amenas, o Rio Grande do Sul terá predomínio de sol e elevação de temperaturas ao longo da semana. Novamente, a Fronteira Oeste deve registrar as maiores máximas do Estado. Os termômetros marcarão 32ºC na tarde desta terça-feira em Uruguaiana e em São Gabriel. Na Capital e Região Metropolitana, a expectativa é de até 27ºC.
Para a quarta-feira (06/12), há afastamento de uma massa de ar frio e a tendência é um aquecimento maior para Porto Alegre. Com isso, as máximas devem passar dos 30ºC. Em São Gabriel, a máxima será de 31ºC.

PROTESTOS FORAM REALIZADOS EM MAIS DE 200 CIDADES BRASILEIRAS.

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Com a segurança reforçada, milhares de pessoas vestidas de verde e amarelo e com a bandeiras do Brasil se reuniram no domingo (04/12) em cerca de 200 cidades, entre elas Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O protesto foi em defesa da Operação Lava Jato e contra o pacote de medidas anticorrupção aprovado com modificações pela Câmara dos Deputados na madrugada do dia 30 de novembro. Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, na Esplanada dos Ministérios até as 11h15min entre 4 e 5 mil pessoas participaram pacificamente do protesto. Para os organizadores, foram mais 15 mil manifestantes. Entre os movimentos que convocaram os protestos, estão o Vem pra Rua e o Avança Brasil.
As manifestações foram permitidas apenas no gramado da Esplanada dos Ministérios, a partir da Catedral de Brasília até a Avenida das Bandeiras, mas alguns manifestantes conseguiram chegar próximo ao espelho d’água do Congresso Nacional, onde espalharam desenhos de ratos, simbolizando, segundo eles, os políticos.
A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do Distrito Federal montou um forte esquema de segurança e retomou as revistas na Esplanada, após os incidentes do último dia 29, durante os protestos contra a PEC dos Gastos, quando houve confronto entre manifestantes e policiais.
O efetivo de policiais militares foi de 1,5 mil homens, conforme informou antes das manifestações o Governo do Distrito Federal (GDF). O esquema contou ainda com agentes do Detran e bombeiros. A Polícia Civil informou que todos os departamentos funcionaram.
As forças de segurança orientaram os manifestantes a não cobrir o rosto, não usar guarda-chuva, não portar objetos cortantes ou garrafas de vidro. Foi recomendado ainda ter um documento de identificação e evitar celulares e objetos de valor.
A maioria dos manifestantes portava faixas contra o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e cartazes com frases como “Somos todos Sérgio Moro”, “Fora Corrupção”, “Estamos de olho: a Lava Jato não será sabotada”, “Fim do foro privilegiado” e “Pressa do julgamento de políticos no STF”.
No Rio de Janeiro, centenas de pessoas se aglomeraram nos cerca de 800 metros que separam os postos 4 e 5 da Praia de Copacabana, em manifestações contra a decisão da Câmara dos Deputados de aprovar, com alterações, a proposta de emenda à Constituição (PEC), de autoria popular e que reuniu 2,5 milhões de assinaturas, com 10 medidas de combate à corrupção.
O protesto na cidade atendeu convocação do Movimento Vem pra Rua, Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amaerj) e Associação do Ministério Público do Estado (Amperj). Na avaliação dessas entidades, “a manifestação é uma oportunidade para que todos se juntem contra a responsabilização criminal de juízes e membros do Ministério Público”.
Durante o ato, centralizado nas ruas Miguel Lemos, Xavier da Silveira, Bolívar e Barão de Ipanema, os manifestantes gritavam palavras de ordem e ostentavam slogans em cartazes e bandeiras, entre eles “Diga não a esse absurdo. O que o povo pedia? Prisão aos corruptos! O que eles entregaram? Prisão a juízes e promotores”, “Podem até calar a Justiça, mas não podem calar a voz do povo”, além de palavras de ordem como “Fora Renan”, “Fora Maia” e “Viva Moro” e “Viva Marcelo Bretas”, em alusão aos juízes que iniciou a Lava Jata e determinou a prisão do ex-governador Sérgio Cabral.

Alvos de protestos, Renan e Câmara dizem respeitar protestos
Dois dos principais alvos dos protestos que ocorrem neste domingo (04/12) em diversas cidades brasileiras, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e a Câmara dos Deputados divulgaram nota defendendo legitimidade das manifestações e afirmando respeitar os atos.
Segundo Renan Calheiros, o Senado Federal continua “permeável e sensível às demandas sociais”. No comunicado, Renan lembra dos atos de 2013, quando milhões de pessoas foram às ruas. Segundo ele, os senadores votaram 40 propostas contra a corrupção em menos de 20 dias, “entre elas a que agrava o crime de corrupção e o caracteriza como hediondo”, afirmou.
Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, divulgou uma nota em nome da instituição classificando os protestos como legítimos e democráticos. “Manifestações desse tipo, em caráter pacífico e ordeiro, servem para oxigenar nossa jovem democracia e fortalecem o compromisso do Poder Legislativo com o debate democrático e transparente de ideias”, escreveu.
Em capitais como Brasília, Rio de Janeiro e Salvador, os manifestantes criticam as alterações no pacote de medidas anticorrupção, aprovado na noite da última terça-feira (29) pela Câmara. Um pedido para acelerar a votação no Senado chegou a ser colocado em pauta por Renan, mas foi rejeitado pelos senadores.
Os manifestantes também portam faixas em apoio à Lava Jato e a Sérgio Moro, juiz federal responsável pela condução dos processos decorrentes da operação. Na última quinta-feira (1º), o Supremo Tribunal Federal decidiu aceitar denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente do Senado, pelo crime de peculato, tornando-o réu.
“O presidente do Senado, Renan Calheiros, entende que as manifestações são legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas”, disse ainda Renan, no comunicado.

Protestos aconteceram em Porto Alegre
Embalados pelo ritmo de uma mini-bateria de samba em um caminhão de som e discursos curtos e gritos como “fora Renan” e “fora Maia”, milhares de pessoas, com rosto pintado de verde-amarelo, com bandeiras do Brasil e também enroladas no símbolo pátrio, protestaram na tarde de domingo no Parcão, em Porto Alegre, atendendo convocação dos movimentos Vem pra Rua e Brasil Livre.
As manifestações, a exemplo de outras capitais no país, foram contra as manobras dentro Congresso para diminuir a punição aos políticos envolvidos em casos de corrupção, contra a tentativa de criminalizar o Judiciário e a favor da continuidade das investigações da Operação Lava Jato.
Na esquina da Avenida Goethe e rua Mostardeiro, motoristas respondiam com buzinaços. “Tem que fazer uma grande faxina geral no Congresso e também em setores do Judiciário”, afirmou a professora aposentada Leni Terres, com a concordância da sua colega, também aposentada, Joana Bomfim. Por volta das 16h , a presença de manifestantes aumentou.
Cartazes com “Fora Renan”, “Somos todos Moro” e “Fim do Foro Privilegiado” marcaram a participação no protesto. “Virou roubalheira geral, não há como aliviar políticos, independentemente de seus partidos, eles querem parar o povo, mas isso não vai acontecer, queremos liberdade para o MP e Justiça”, afirmou o técnico em enfermagem Renan Medeiros, enrolado na bandeira do Brasil”, segurando uma buzina.
No meio da multidão havia apelos diferenciados. “É de seda pura, por apenas R$ 20”, gritava João Antônio Ribas. “Já faturei mais de R$ 200 disse o vendedor de bandeiras do Brasil. Em cima do caminhão alguém no microfone puxava “da lhe, da lhe Moro, da lhe ô”. Aproveitando o clima para fazer algumas selfies o casal Mônica Maia e Paulo Lima afirmou, quase em uníssono, que “os políticos acham agora que só porque a Dilma saiu podem fazer o que quiserem, mas se enganaram. Queremos respeito, fim do roubo e cadeia para eles” .

SEMANA DE PROTESTOS: PROFESSORES PODERÃO ANUNCIAR GREVE JÁ NESTA QUINTA-FEIRA.

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A quinta-feira (08/12) será de mobilização pela educação em São Gabriel. Enquanto os dirigentes do Sindicatos dos Professores do Estado do Rio Grande Sul (Cpers – Sindicato), com delegações de vários municípios gaúchos – vão estar concluindo a 7ª Assembleia Geral da Categoria neste ano, em Porto Alegre, aqui, no Município, a classe vai protestar com caminhadas e evento na Praça Dr. Fernando Abbott.
A mobilização – “contra o sucateamento da educação e desmoralização dos professores” – é organizada por Círculos de Pais e Mestres (CPMs) de várias instituições de ensino do Estado e deverá ter a participação de alunos, professores, servidores e pais. Uma destas escolas, é a Sueni Goularte Santos, de onde a comunidade escolar partirá, em caminhada, às 17h30min. Isso deverá acontecer, no mesmo horário, na maioria dos Educandários. Os grupos se encontrarão na Praça Central.
Amanhã, no auditório da Escola Estadual XV de Novembro, os professores de Vila Nova do Sul, Santa Margarida do Sul e São Gabriel participam de Assembleia Regional da Categoria. A reunião começará as 17 horas. De acordo com o diretor do 41º Núcleo do Cpers – Sindicato, professor Pedro Moreira, do encontro sairão as proposições a serem defendidas na Assembleia de quinta-feira. “Precisamos saber o que os nossos professores querem… Atualmente, tem grupo que defendem o início de uma greve geral já no dia 8. Mas sabemos que também existem propostas de greve a partir dos 20 deste mês ou, ainda, a possibilidade de não iniciar o ano letivo em 2017”, explicou o dirigente.
A Assembleia Geral, na Praça da Matriz em Porto Alegre, será decisiva para barrar o “pacote” do governo Sartori (PMDB), o mais radical da história do Estado, que está tramitando na Assembleia Legislativa.
O pacote, segundo o Cpers, ataca diretamente os direitos dos professores, funcionários de escola e demais servidores estaduais. Conforme divulgou o site do Sindicato, “Sartori mostra total desrespeito com a categoria com as seguintes propostas: 13º salário sem data limite, extinção da licença prêmio, novas regras para tempo de serviço e a retirada da remuneração de servidores cedidos para entidades sindicais. Além de acabar com 3 mil postos de trabalho, através da extinção de 9 Fundações (CIENTEC, FCP – TVE, FDRH, FEE, FEPAGRO, FEPPS, FIGTF, FZB E METROPLAN), a extinção de uma Companhia (CORAG) e a extinção de uma Autarquia (Superintendência de Portos e Hidrovias)”.
A presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, atacou: “Vamos extinguir o gabinete do governador José Ivo Sartori, já que ele não faz nada lá, e não as fundações como está em seu pacote. Além de nos pagar parcelado só quer retirar nossos direitos. A resposta para esse pacote será dada em frente ao Palácio Piratini, na Praça da Matriz, dia 08, na Assembleia Geral da nossa categoria”, afirmou.

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CONMEBOL CONFIRMA TÍTULO DA COPA SUL-AMERICANA PARA A CHAPECOENSE.

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A Conmebol confirmou nesta segunda-feira a entrega do título de campeão da Copa Sul-Americana de 2016 à Chapecoense. O time catarinense foi impedido de jogar a final do torneio após um acidente aéreo vitimar a maior parte de sua delegação, incluindo 19 jogadores e toda a comissão técnica.
A decisão de dar o título à Chapecoense foi aprovada pelo conselho da Conmebol após um pedido encaminhado pelo Atlético Nacional. A equipe colombiana seria a rival dos catarinenses na final da Sul-Americana. Por conta da postura, o clube receberá o prêmio “Centenário Conmebol de Fair Play”.
A entrega do título garante a Chapecoense na fase de grupos da Copa Libertadores de 2017. A equipe receberá 2 milhões de dólares (R$ 6,86 milhões) por conta da conquista. A Chapecoense também está com a presença assegurada na Recopa Sul-Americana, o que renderá mais 1 milhão de dólares (R$ 3,43 milhões) aos seus cofres. No torneio, a equipe terá pela frente justamente o Atlético Nacional, campeão da Libertadores 2016.