AES SUL REALIZA PROJETO AMBIENTAL PARA ESTUDANTES NA ESCOLA MUNICIPAL GINÁSIO SÃO GABRIEL.

É com o objetivo de levar a temática da sustentabilidade para dentro das escolas públicas dos municípios da sua área de concessão que a AES Sul, através do projeto AES Sul na Comunidade – Educar para Transformar, realiza na próxima semana ações para os estudantes de São Gabriel. De segunda a quarta-feira (1 a 3), das 9h às 11h30min e das 13h às 16h, os alunos das redes de ensino municipal e estadual vivenciarão as ações educativas no Ginásio Esportivo Champagnat da EMEF Ginásio São Gabriel – Rua Mascarenhas de Morais.

Nos espaços denominados “Territórios”, experimentos científicos interativos apresentam demonstrações práticas de como os recursos naturais são utilizados, conservados e desperdiçados, mostrando que as ações de todos impactam diretamente no meio ambiente. Desta forma, professores e alunos, mediados pela brincadeira educativa, aprendem sobre o consumo diário de energia em uma casa; a segurança e os processos de geração de energia; a coleta e o destino correto do lixo; o tempo de decomposição dos produtos; a quantidade necessária de água para produção de objetos; as principais diferenças entre os meios de transporte e suas emissões de CO2, entre outros assuntos.
A visitação aos territórios é intercalada com esquetes teatrais que abordam os temas de forma lúdica, através da história da menina Gaia e suas descobertas sobre o mundo. E é no espaço denominado “Usina de Ideias” que as sucatas ganham uma nova vida nas mãos dos participantes. Na ocasião, serão entregues materiais didáticos para dar suporte e continuidade da temática aos trabalhos desenvolvidos nas escolas.
Por meio de uma abordagem multidisciplinar, o segundo ciclo do projeto, iniciado em maio de 2014, chegará a mais 70 municípios gaúchos, a fim de contribuir com o crescimento da consciência ambiental dos seus participantes, bem como sensibilizá-los a levarem, para o seu dia a dia, hábitos favoráveis ao meio ambiente. Até julho deste ano, o AES Sul na Comunidade envolverá alunos e professores da rede pública de ensino em 332 ações educativas sobre os eixos temáticos energia, água, resíduos e mobilidade urbana, por meio de atividades lúdicas e interativas, como esquetes teatrais, experimentos científicos, jogos e brincadeiras.
Pertencente ao Programa de Eficiência Energética da empresa e alinhado à sua Plataforma de Sustentabilidade, o projeto AES Sul na Comunidade – Educar para Transformar é inteiramente gratuito. A realização do projeto em São Gabriel é uma promoção da AES Sul, em parceria com a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, e 19ª Coordenadoria Regional de Educação.
Primeiro ciclo: Em sua primeira etapa, realizada de maio a dezembro de 2012, o AES Sul na Comunidade – Educar para Transformar percorreu 39 municípios, envolvendo 117.865 pessoas, dentre alunos, professores e a comunidade em geral.

Sobre o Programa de Eficiência Energética – A AES Sul desenvolve desde 1999 seu Programa de Eficiência Energética, de acordo com as regulamentações do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a fim de reduzir a demanda do sistema elétrico em sua área de concessão.Dentre eles, o projeto que atendeu as comunidades de baixo poder aquisitivo, denominado “Transformação de Consumidores em Clientes”, com a substituição de lâmpadas, chuveiros e geladeiras por equipamentos mais eficientes, e a instalação de coletores solares; o “Recicle Mais, Pague Menos”, que objetiva a troca de resíduos recicláveis por desconto na conta de energia, sendo a primeira distribuidora do sul do país a implementar este modelo de projeto; e, também, o AES Sul na Comunidade – Educar para Transformar, que envolve ações nas escolas, utilizando ferramentas lúdicas na abordagem dos conceitos de sustentabilidade..

GOVERNO ORGANIZA AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO.

Se você está entre as pessoas que querem instituir melhores condições de ensino para os crianças e adolescentes de São Gabriel, então deverá se fazer presente, no dia 3 de junho, à Audiência Pública que trata da implantação do Plano Municipal de Educação (PME) no Município (uma das exigências do Plano Nacional de Educação – PNE). O evento será organizado pela Secretaria Municipal de Educação (SEME), a partir das 18 horas, na Câmara Municipal de Vereadores.

De acordo com o setor de Educação, o documento será colocado para apreciação da comunidade gabrielense e, apesar de encontrar-se na coordenação dos trabalhos, a SEME salienta que o documento foi construído coletivamente. A secretária de Educação, professora Nilvanês Jobim, alerta que é importante a participação de todos os cidadãos.
São Gabriel – como os demais municípios da União – está construindo o Plano Municipal de Educação (PME), algo que é visto como um grande desafio, uma vez que é necessário definir 20 metas, o que revela ainda mais importante a participação popular, explica a secretária.
O PME vai apontar qual a educação se pretende alcançar em 10 anos, elencando estratégias a serem realizadas pelo Município nesta área.
Segundo a SEME, o Plano já foi elaborado. O processo teve o envolvimento de vários seguimentos. São, pelo menos, 39 profissionais de escolas municipais, estaduais e privadas, além de instituições federais e sindicatos envolvidos na confecção do texto.
O PROCESSO – O primeiro passo foi a nomeação – por meio de Decreto Executivo – de uma equipe técnica e de uma comissão organizadora. Durante o período, foram realizadas reuniões de estudo que possibilitaram, após a construção de um diagnóstico da situação educacional do Município, a discussão das metas e a elaboração das estratégias.
Hoje, de acordo com a SEME, o documento-base está sendo apresentado aos diretores de escolas, professores e pais para ser debatido.
O Plano Nacional de Educação, aprovado recentemente, além de traçar metas para a educação, trouxe as seguintes características:
– é decenal por força constitucional, significando que ultrapassa governos; – tem vinculação de recursos para seu financiamento, com prevalência sobre os Planos Plurianuais (PPAs); – por força de lei, cumpre a função de articular o Sistema Nacional de Educação em regime de colaboração.
Segundo a SEME, o Plano Municipal de Educação – após ser apresentado para a comunidade em Audiência Pública – será encaminhado para o Legislativo Municipal para apreciação dos vereadores com o objetivo de constituir-se em lei, devendo entrar em vigor a partir dos segundo semestre deste ano.

PROJETO DESENVOLVIDO EM ESCOLA MUNICIPAL É DESTAQUE DE INFORMATIVO DO INCRA.

mandioca

O projeto “Mandioca: o combustível do assentamento Guajuviras” foi um dos destaques do informativo da Superintendência Regional do INCRA no Rio Grande do Sul. O informe, de número 279, traz notícias de ações desenvolvidas por assentamentos e pequenos produtores no mês de maio.
O trabalho realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Manoela da Cunha Teixeira iniciou na sexta-feira (14/05). De acordo com as professoras Larissa de Mello e Vandete de Carvalho, o objetivo é pesquisar a cultura e o uso da mandioca, espécie cultivada pela maioria dos agricultores. Nessa primeira etapa, 18 estudantes do 3º e do 5º ano vão aplicar um questionário às famílias assentadas e vizinhas. Os resultados serão apresentados em gráficos e embasarão outras atividades, como estudo de lendas, acompanhamento da colheita e palestras sobre as propriedades medicinais. A intenção, segundo as professoras, é valorizar a produção e a agricultura local, identificar e reconhecer a importância da mandioca na alimentação diária e difundir diferentes formas de utilizá-la.
O projeto encerrará com um festival de alimentos a base da planta e um livro de receitas elaborado pelas crianças. A proposta pretende também incentivar o processamento da mandioca. Em outubro do ano passado, a Associação das Famílias do Assentamento Guajuviras adquiriu equipamentos para essa finalidade.
INFORMATIVO DA ESCOLA – A Escola da região de Azevedo Sodré, zona rural de São Gabriel, mantém ainda uma publicação para divulgar suas ações e as da comunidade. A terceira edição do jornal “Maria Manoela em ação” vai ser distribuida às famílias e entidades parceiras, reunindo textos e fotos produzidas por alunos, sob a supervisão dos professores. Todos os 80 estudantes se envolvem na produção do material. Cada turma se responsabiliza por um assunto e divide as tarefas. O jornal, de quatro páginas, é impresso em gráfica com recursos obtidos junto a patrocinadores, com tiragem de 200 exemplares. A ideia, conforme os organizadores, é fazer uma publicação a cada três ou quatro meses.

COMISSÃO PRÓ-CONSULTA TRABALHA EM EDITAL PARA ESCOLHA DA REITORIA 2016-2019.

A Comissão Pró-Consulta Geral trabalha no edital que definirá os termos da Consulta à Comunidade Universitária para os cargos de reitor(a) e vice-reitor(a) da Universidade Federal do Pampa no período 2016-2019. A CPC-G reúne um representante de cada uma das 11 Comissões Pró-Consulta Locais (CPC-L): uma de campi e uma da Reitoria.
O grupo realizou sua primeira reunião em Bagé em 12 de maio e definiu o professor César Antônio Mantovani como seu presidente. O professor relata que, no encontro de trabalho, além do debate em torno do processo de consulta a ser conduzido pela CPC-G com apoio das comissões locais, foi elaborada uma minuta de edital para o regramento do processo. César explica que a discussão dos termos deste edital vem sendo realizada junto às CPC-L, mediadas pelos representantes das unidades. A comissão geral recebe até esta sexta-feira, 22, as sugestões oriundas das discussões locais.
Está prevista para 29 de maio a divulgação do Edital que regerá o processo de consulta à comunidade acadêmica para escolha de candidatos aos cargos de reitor(a) e vice-reitor(a) da Unipampa. “É possível antecipar, ainda que de maneira provisória, que a consulta à comunidade acadêmica deverá ocorrer no dia 3 de setembro de 2015”, divulga o presidente da Comissão.
Participam da CPC-G:
Alegrete: Sidinei Ghissoni
Bagé: César Antônio Mantovani (Presidente)
Caçapava do Sul: Vinícius de Abreu Oliveira
Dom Pedrito: Maria Elaine Leon
Itaqui: Márcia Petinga Irala
Jaguarão: Ana Cristina da Silva Rodrigues
Santana do Livramento: Gustavo Segabinazzi Saldanha
São Borja: Edson Romário Monteiro Paniagua
São Gabriel: Valdir Marcos Stefenon
Uruguaiana: Daniel Ventura Dias
Reitoria: Isaphi Marlene Jardim Alvarez
Atribuições da CPC-G
À Comissão Pró Consulta Geral cabe a incumbência de conduzir o processo de escolha, com o apoio das Comissões Locais e promover todas as ações necessárias ao andamento do pleito. Entre esas, receber, homologar e divulgar as inscrições das chapas concorrentes, definir pontos de votação, homologar listas de votantes, acompanhar o processo de consulta como um todo, promover debates entre os candidatos concorrentes, julgar eventuais recursos, organizar os espaços de votação e apuração dos votos, divulgar os resultados da consulta e encaminhá-los ao Conselho Universitário. Cabe ao Consuni deliberar e definir a composição da lista tríplice, que é posteriormente enviada ao Ministério da Educação.

ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES E SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS APRESENTARÃO DENÚNCIA AO MINISTÉRIO PÚBLICO.

MOBILIZAÇÃO PROFESSORES - DENUNCIA AO MP Cinco dias após a assembleia que definiu os critérios de mobilização dos professores, junto com servidores do quadro geral, a Associação dos Professores e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais voltaram a discutir ações em resposta as decisões anunciadas pelo Governo Municipal após apresentadas as reivindicações da classe na última sexta-feira (15/05). Por unanimidade, os servidores decidiram revogar as deliberações constantes em ata e que se referiam aos percentuais de aumento. Além disso, também foram anulados os demais acordos formulados entre Poder Executivo, Sindicato dos Servidores e Associação dos Professores. Estas decisões foram registradas após reunião realizada no dia 09 de abril, sendo que os professores alegam que tais acordos foram feitos com portas fechadas. A ata acabou sendo usada no envio do projeto que estabelece aumento de 6,43% para os professores e que chegou ao Legislativo na terça-feira. Esta, no entanto, acabou não sendo decisão central. Os professores decidiram – em conjunto com a Associação e Sindicato – denunciar o descumprimento da Lei do Piso Nacional do Magistério em São Gabriel. A denúncia, contra a Prefeitura Municipal, será apresentada ao Ministério Público. O presidente da OAB – Subseção de São Gabriel, advogado Augusto Solano Lopes Costa, participou de parte da reunião a convite do Sindicato. Ele deveria explanar sobre o tema, mas, sem ter acesso direito aos documentos, acabou dando conselhos de como agir na questão. Foi ele quem sugeriu encaminhar o caso ao Ministério Público e ainda alertou para as dificuldades de uma possível ação judicial contra o Município, explicando que as ações poderiam levar anos, se referindo a morosidade da Justiça. A classe decidiu que momentaneamente não fará paralisações, mas admitiu que essa será uma das pautas da próxima assembleia. Não foram divulgadas datas. Na última sexta-feira (15/05), em reunião na Prefeitura Municipal, o prefeito Roque Montagner informou que o Município não tem condições de conceder os 13.1% previstos por lei. Segundo ele, o montante é inviável aos cofres públicos. O prefeito disse que a Prefeitura chegou ao limite e que não tem como assumir números além do teto, sob pena do Município não poder honrar compromissos.

SERVIDORES MUNICIPAIS PARALISARAM ATIVIDADES EM SÃO GABRIEL.

Em algumas escolas, atividades foram parcialmente interrompidas. Em outras, aulas foram normais

MOBILIZAÇÃO NÃO ATINGIU A TOTALIDADE DA CLASSE: Em algumas escolas, atividades foram parcialmente interrompidas. Em outras, aulas foram normais

Foram dois dias de mobilização em frente ao Palácio Plácido de Castro

A decisão de paralisar as atividades nos órgãos públicos municipais, na quinta-feira (14/05), foi acatada pela maioria dos servidores do Município. A mobilização – que pede a garantia do Piso Nacional dos Professores Municipais, a implantação do Plano de Carreira e o aumento do Vale alimentação – foi decidida em assembleia geral realizada no final de abril na Câmara Municipal de Vereadores.
“Os professores enfrentam diariamente o desafio de formar os cidadãos de São Gabriel. O Poder Executivo enviou ao Legislativo um projeto ilegal, que praticamente propõe o fim do piso municipal, conquistado com muita luta”, disse, em nota, a Comissão Permanente de Negociação.
Embora os números da mobilização seja incertos – o Sindicato alega que cerca de 400 pessoas aderiram, enquanto a Prefeitura alega que a mobilização não atingiu 8% do funcionalismo em frente ao prédio municipal, essa quantidade ainda foi menor nesta sexta-feira.
Em assembleia, na noite de quinta-feira, a classe resolveu manter a mobilização. O prefeito Roque Montagner, que estava no interior do Município, teria anunciado uma reunião com os representantes da classe para o final da tarde, mas o encontro acabou não acontecendo.
O prefeito Roque Montagner disse que reconhece a legitimidade das reivindicações, mas descordou com a forma que o assunto está sendo tratado. “Tem pessoas que estão interessadas em fazer política, ao invés de buscar verdadeiramente conquistas para a categoria. Os líderes do movimento são pessoas claramente identificadas com o ex-prefeito e estão inseridas no movimento com o intuito de conturbar”, disse ele.
O chefe de gabinete, Luis Pires, criticou os abusos. Segundo ele, os manifestantes deslocaram uma caixa de som para o interior do prédio da prefeitura e uma mulher (a identificação não foi autorizada) teria chutado a porta que dá acesso ao gabinete.
Em nota de esclarecimento, a Comissão Permanente de Negociação disse que em momento algum houve vandalismo dentro do Palácio Plácido de Castro. “Os servidores adentraram sim ao prédio, mas no intuito de serem ouvidos. Em momento algum as portas do gabinete foram chutadas. Repudiamos qualquer forma de vandalismo, e acima de tudo, respeitamos a instituição que paga nossos salários. Repudiamos também, as declarações inverídicas que tentam a todo o custo, desmoralizar a nossa mobilização atrelando questões políticas a um movimento que é ordeiro, pacífico e limpo”, esclarece.
De acordo com a Comissão, a comunidade tem se demonstrado favorável aos servidores. “Constatamos centenas de manifestações de apoio durante as caminhadas do dia 14”.
Segundo a classe, hoje há uma defasagem salarial de 380%, mais de 600 servidores, incluindo os motoristas da saúde tem seus salários básicos fixados abaixo do mínimo nacional. “Queremos respeito. Em momento algum foi sugerido o desvio de verbas da saúde para o pagamento de servidores. Conclamamos que a população seja esclarecida e não enganada!”, comentou em nota a Comissão.
Neste momento, uma Comissão participa de reunião com o prefeito e secretário na Prefeitura Municipal.

ESCOLAS PARCIALMENTE PARALISADAS
A Secretaria Municipal de Educação (SEME) confirmou que as aulas perdidas durante os dias de mobilização dos professores municipais serão recuperadas num sábado. “Nenhum aluno será prejudicado”, disse a secretária de Educação, professora Nilvanês Jobim.
Segundo a SEME, as aulas estão sendo desenvolvidas parcialmente em quase a totalidade das instituições de ensino. Apenas a Escola Municipal Ginásio São Gabriel está 100% paralisada e, mesmo assim, no período da manhã, profissionais da instituição atenderam 32 alunos que foram até o educandário.
No Bairro Independência, a Escola Presidente João Goularte abriu as portas para os cerca de 500 alunos, 150 foram até a instituição.
Na Escola Carlota Vieira da Cunha, as aulas também foram parcialmente interrompidas. Dos alunos que foram até o educandário, os professores formaram turmas e desenvolveram atividades.
A Secretaria Municipal de Educação está orientando os pais que encaminhem os alunos para as instituições de ensino. Não existe determinação para que as escolas paralisem as atividades.
EDUCAÇÃO INFANTIL – As escolas de educação infantil estão funcionando normalmente nos dois dias de mobilização. A programação normal foi mantida e não houve adesão da classe ao movimento.
As demais escolas, de um total de 36 no Município, continuam desenvolvendo suas atividades normalmente, segundo divulgou a SEME.

INSCRIÇÕES PARA ENEM COMEÇAM NO DIA 25 DE MAIO.

As inscrições para a edição de 2015 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão abertas no dia 25 de maio e seguem até o dia 6 de junho, conforme anunciou o Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira. As provas serão realizadas nos dias 24 e 25 de outubro. Neste ano, a taxa de inscrição passou por um reajuste, e vai aumentar de R$ 35 para R$ 63.
Entre as novidades anunciadas pelo ministério está a cobrança de taxa para alunos isentos que não comparecerem nos dois dias de provas e quiserem se inscrever na próxima edição. A mudança passa a valer em 2016: quem se ausentar nas provas deste ano e tiver direito a isenção, terá que pagar a taxa no próximo Enem, se decidir prestar as provas. As regras deste ano serão publicadas em um edital na edição da próxima segunda-feira do Diário Oficial da União, segundo o ministro da pasta, Renato Janine Ribeiro.
Assim como nos anos anteriores, o Enem será realizado em dois dias. Os horários, porém, serão um pouco diferentes. Pela primeira vez, as provas somente serão realizadas 30 minutos após o fechamento dos portões. O objetivo é evitar tumultos para quem chega em cima da hora e inibir fraudes.
No dia 24, um sábado, os candidatos farão as provas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza entre as 13h30 e as 18h (no horário de Brasília). No dia 25, domingo, serão aplicadas as provas de Linguagens e Códigos, Matemática e Redação, e os alunos terão entre as 13h30 e as 19h (também no horário de Brasília) para responder as questões.
Em 2014, ano de Copa do Mundo e eleições, as provas aconteceram em 8 e 9 de novembro. A edição teve um número recorde de 8,7 milhões de candidatos inscritos, que o MEC espera ver superado neste ano, apesar do aumento da taxa de inscrição.

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