PROTESTO DE PROFESSORES ESTADUAIS CANCELA AULAS EM SÃO GABRIEL.

Alunos de escolas estaduais de São Gabriel tiveram as aulas parcialmente suspensas nesta segunda-feira. Professores cancelaram atividades em protesto contra o parcelamento dos salários feito pelo Governo Estadual para servidores do executivo.
Casos como o da José Sampaio Marques Luz, no Bairro Cidade Nova, onde mais de 1000 alunos ficaram sem atividades nesta segunda. A maioria das escolas, no entanto, adotou turnos reduzidos conforme deliberação aprovada em Assembleia do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers).
O diretor do 41º Núcleo do Cpers-Sindicato, de São Gabriel, professor Pedro Moacir, fala das dificuldades de se trabalhar sem receber o pagamento integral. “A maioria dos professores recebe no Banrisul. Alguns tem limite de R$ 2 mil e 500. Recebem R$ 1.500 ou menos. O valor não cobra o limite e os juros vão correndo. Está virando uma bola de neve”, argumenta.
A diretora regional do Cpers, Sandra Régio, afirma que a maioria das escolas na Região Central está com as atividades suspensas nesta segunda-feira. São 18 municípios na área de abrangência da regional do sindicato. Durante a tarde, o Cpers concluirá o levantamento apontando a adesão ao movimento.
A partir desta terça-feira, a mobilização deverá seguir com aplicação de turno reduzido até o pagamento integral para os servidores, previsto para o próximo dia 13. Na mesma data, o Cpers-Sindicato realiza Assembleia Estadual em Porto Alegre com indicativo de greve. Antes, no dia 10, o Núcleo local realiza Assembleia Regional.
Alunos foram avisados na sexta-feira sobre o cancelamento de atividades. Como variam as formas de aderir à mobilização, a orientação para pais e alunos é que liguem para as escolas e confirmem se haverá aulas. De acordo com o 41º Núcleo, cerca de 45% do quadro de professores do Estado no Município aderiram a mobilização.

GOVERNO ESTADUAL ABRE SELEÇÃO COM MAIS DE MIL VAGAS PARA PROFESSORES.

professores
A Secretaria Estadual de Educação está com inscrições abertas para um cadastro temporário de professores de séries iniciais, ensino fundamental, ensino médio e educação profissional. São mais de 1,1 mil oportunidades para todas as Coordenadorias Regionais de Educação do Rio Grande do Sul. O edital está disponível no site da Secretaria.
Conforme a pasta, o processo é para a criação de um cadastro temporário para contratação emergencial. Ou seja, os selecionados neste processo irão preencher as vagas caso haja a necessidade imediata de um profissional de alguma das áreas abrangidas pelo edital e não haja aprovados nas áreas em concursos anteriores.
As inscrições devem ser feitas diretamente nas coordenadorias. O prazo segue até o dia 6 de maio, de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h.
O processo se dará por meio de avaliação de títulos. No momento da inscrição, já é preciso levar os documentos para a seleção. O candidato pode se inscrever para até duas vagas.
O nível de escolaridade varia conforme a vaga pretendida. Há oportunidades para estudantes, que estejam cursando a partir do 4° semestre de alguma licenciatura, para formados por magistério, pessoas que tenham curso superior em licenciatura e bacharelado e também para quem tem curso certificado de Língua Brasileira de Sinais. Não consta no edital o valor dos vencimentos.
No edital, é possível encontrar a quantidade de vagas para cada Coordenadoria, município e escola. Para a 8° Coordenadoria Regional de Educação, com sede em Santa Maria, há 48 vagas. Para a 24°, que abrange municípios do entorno de Cachoeira do Sul, são 23 oportunidades

MARIA MANOELA LANÇA PROJETO AMIGOS VIRTUAIS.

foto projeto
Foi lançado oficialmente, na quarta-feira (13/04), o Projeto Amigos Virtuais na Escola Maria Manoela da Cunha Teixeira. O projeto é de autoria dos professores Larissa Catarina Gräff de Mello e Humberto Petrarca com os alunos das turmas do 4º e 6º ano.
Tendo em vista que a internet é uma ferramenta indispensável como objeto de transformação e comunicação dos indivíduos sociais, o projeto fará com que os alunos da zona rural tenham seu primeiro contato com as Tecnologias de Informação e Comunicação- TICs, informa a professora Latissa.
O objetivo geral é estabelecer relações virtuais através da internet entre duas escolas rurais do município de São Gabriel. Uma é a Escola Maria Manoela. A outra é a Escola Estadual de Ensino Fundamental Manoel Luiz Marques, com a Professora Davina Fagundes e seus alunos do 4º e 5 º ano.
O projeto acontecerá até junho deste ano através de trocas de mensagens, fotos e vídeos via e-mail e após ocorrerá encontros presenciais na sede do município onde conhecerão os pontos turísticos da cidade e nas respectivas escolas.

NOTA DE ESCLARECIMENTO: SINDICATO FALA SOBRE TEMAS ABORDADOS DURANTE REUNIÃO DA SEME COM DIRETORES DE ESCOLAS.

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São Gabriel, vem por meio desta, esclarecer alguns pontos abordados na reunião realizada pelo Governo Municipal com membros do Poder Executivo e diretores escolares. Segundo a reportagem veiculada no blog A Notícia no último dia 26, o chefe de gabinete Luís Pires afirma que o Sindicato “age de forma arbitrária ao implantar aulas de 30 minutos em todas as escolas”
Primeiro ponto: O Sindicato não age. Quem age é uma classe inteira de professores que luta incansávelmente pelo simples cumprimento da Lei do Piso, que garante seus reajustes anuais. O Sindicato apenas representa essa classe e executa juntamente com os professores as decisões votadas em Assembleia Geral, portanto faz-se necessário que o Chefe de Gabinete tome conhecimento de como funcionam os trâmites de uma entidade sindical antes de atribuir erradamente ao Sindicato quaisquer ato “arbitrário”.
As decisões referentes a redução de horários de períodos escolares, votadas e aprovadas por unanimidade em assembleia, foram deliberadas pelos professores juntamente com a direção das escolas (30 min). De forma alguma, impostas pelo Sindicato. A entidade jamais adotou a prática de imposição de qualquer decisão que seja, até porque representar uma classe demanda o exercício da democracia e não de ditaduras.
Ao contrário do que foi dito pelo Chefe de Gabinete, o Sindicato ainda sugeriu que as reduções pudessem ser pautadas pelo modelo das quartas-feiras pedagógicas, quando as escolas, para viabilizarem as reuniões, realizam períodos de 30 minutos, mas que mesmo assim, a decisão fosse tomada entre professores e direção escolar.
Segundo ponto: O Sindicato observa a incoerência nas declarações do Chefe de Gabinete quando cita cumprimento de leis “Quem insistir nesta ideia, vai ficar sem receber nada, pois não terá cumprido a carga horária estabelecida em lei”. É imprescindível esclarecer que o Poder Executivo descumpre as Leis:11.738/08, criada pelo então ministro da Educação, Tarso Genro, que regulamentou o Piso Nacional; 3.420/11 que instituiu o Piso ao Magistério Municipal e ainda a Lei 2.080, que prevê a progressão de classe dos professores, estagnada desde 2014, portanto, o Sindicato entendes que o Poder Executivo, antes de se referir aos professores em tons de ameaça, devia cumprir a risca as Leis que protegem o direito dos trabalhadores, neste caso, os professores.
A Educação é um círculo formado, por pais, alunos, professores e escola. O intuito do Sindicato juntamente com os professores é proteger este, que é o maior bem social. Não vamos permitir que declarações inverídicas, fantasiosas descaracterizem um moviemnto sério, feito por pessoas que lutam a cada dia em sala de aula para formar cidadãos. Registra-se aqui, o repúdio desta entidade a qualquer forma de desmoralização, desqualificação tanto do Sindicato, como de qualquer servidor, seja ele do quadro geral ou do Magisério Municipal

Ricardo O Barbosa Júnior
Presidente do SSPMSG

PREFEITURA NÃO PERMITIRÁ HORÁRIO REDUZIDO NAS ESCOLAS MUNICIPAIS.

Reunião aconteceu na Secretaria de Educação

Reunião aconteceu na Secretaria de Educação

“O aluno não poderá ser prejudicado. O professor tem toda a liberdade de reivindicar e lutar por direitos, mas não pode passar por cima dos direitos do estudantes”. O argumento é do prefeito Roque Montagner. Ele anunciou, na tarde desta terça-feira (26/04), que a Prefeitura Municipal não irá pagar as horas que não forem trabalhadas durante o período de mobilização do magistério municipal.

Participaram da reunião o Chefe de Gabinete, Luis Pires; o Secretário da Fazendo, Dionísio Bergamo; o Secretário de Administração, Caio Aloy; e a Secretária de Educação, Branca Wiesel

Participaram da reunião o Chefe de Gabinete, Luis Pires; o Secretário da Fazenda, Dionísio Bergamo; o Secretário de Administração, Caio Aloy; e a Secretária de Educação, Branca Wiesel

Nesta terça-feira, os professores – apoiados pelo Sindicato dos Servidores Municipais e Associação dos Professores Municipais (APROMUSG) – implantaram em todas as instituições de ensino da Rede Municipal horários reduzidos de atendimento ao aluno. A medida prevê a liberação dos alunos, nos dois turnos, após o recreio e a permanência dos educadores, no ambiente da escola, apenas para cumprir a carga horária. A ação é uma forma de pressão adotada pelo Sindicato que cobra o reajuste de 11,36% em 2016 no Piso Nacional e se recusa a aceitar o pagamento em 36 parcelas, proposto no Projeto do Executivo apresentado em fevereiro na Câmara Municipal.
Uma ordem de serviço – assinada pelo prefeito Roque Montagner – determina que a partir do dia 26 de abril, todo o professor que for reduzir sua carga horária tenha seu ponto assinado conforme o trabalho em sala de aula. Segundo o documento, toda e qualquer alteração de horário deve ter, previamente, a anuência da Diretora, Vice-Diretora ou Supervisora da Escola.
A determinação é de que seja descontado em folha de pagamento as horas não trabalhadas, levando-se em conta a composição da jornada de trabalho, devendo ser observado o limite máximo de 2/3 da carga horária para o desempenho das atividades de interação com os educandos.
Nas escolas do interior o problema é ainda mais grave, uma vez que é necessária a comunicação antecipada, tendo em vista envolver outros fatores, como transporte escolar.
O Sindicato, de forma arbitrária – segundo afirmou o Chefe de Gabinete Luis Pires – tentou implantar aulas de 30 minutos em todas as escolas, o que permitira que todas as matérias pudessem ser aplicadas até o horário do recreio.
“Quem insistir nesta idéia, vai ficar sem receber nada, pois não terá cumprido a carga horária estabelecida em lei”, explica o Chefe de Gabinete.
Por lei, cada aula tem que ter 45 minutos. A decisão do Governo Municipal foi comunicada antecipadamente para o Sindicato, APROMUSG e Ministério Público e reforça a preocupação do Governo com o prazo para a aprovação do projeto que concede os 11,36% de reajuste a categoria ainda este ano, que termina no dia 30 deste mês, ficando impossível ser votado após essa data em consequência da Lei de Responsabilidade Fiscal.
“Portanto há o risco do magistério ficar sem reajuste em consequência da intransigência que se estabeleceu por parte da categoria”, argumenta o Chefe de Gabinete.
De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (SEME), o calendário escolar terá que ser cumprido e se necessário será estabelecido recuperação das aulas perdidas.

PROFESSORES MUNICIPAIS FARÃO PERÍODO REDUZIDO A PARTIR DE TERÇA.

PISO SALARIAL

Categoria cobra o cumprimento da Piso Nacional em São Gabriel. Alunos serão liberados no horário do recreio

Os professores municipais de São Gabriel decidiram, em Assembleia realizada na noite de quarta-feira (20/04), que irão trabalhar em turno reduzido a partir de terça-feira (26/04). A reunião aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores. A posição é mais uma forma de pressão adotada pelo classe, que cobra da Prefeitura Municipal o cumprimento do Piso Nacional da categoria.
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, em nota, alega que “os professores sofrem para garantir o recebimento do Piso”. E ainda questiona as medidas adotadas pela Administração Municipal, que dividiu reajustes aplicados em parcelas.
“O tempo passa e a história se arrasta sem uma resolução que realmente favoreça os professores Municipais de São Gabriel. A classe começou a receber o Piso Salarial do Magistério no ano de 2012, porém desde 2015 a categoria vem travando constantes batalhas contra o Governo Municipal para não perder os índices de reposição determinados por lei”, diz a nota.
A classe alega que os professores do Município ficaram nove meses sem receber o valor determinado por lei. “Inconformados, eles foram à luta pela manutenção de seus direitos, mas somente depois de paralisações e manifestações em frente à prefeitura, o tema obteve avanço. As negociações recomeçaram graças a intervenção do Sindicato da categoria, que recorreu ao Ministério Público da Educação. Em audiência realizada no mês de setembro de 2015, onde participaram o MP, Poder Executivo, Sindicato, APROMUSG e uma representação de professores, ficou determinado em acordo, que o Governo Municipal começaria a pagar, a partir de setembro de 2015, 8% dos 13,01% previstos desde janeiro. No mês de janeiro de 2016, na tentativa de garantir a integralidade do percentual de reposição de 2015, mesmo a contra gosto, os professores tiveram que aceitar a proposta do prefeito, que parcelou em 60 vezes, o retroativo referente ao período em que não receberam os valores aos quais tinham direito”, complementa a nota.
O Sindicato alega que o prefeito “caminhou” contra ao acordo firmado no Ministério Público, que previa a apresentação de proposta para o pagamento do Piso 2016 para deliberação da classe, questionando o parcelamento em 36 vezes do índice de 11,36% fixado pelo Governo Federal para o ano de 2016.A categoria, convocada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, rejeitou por unanimidade essa proposta.
A Câmara Municipal de Vereadores, antes de levar o Projeto de Lei a votação, optou por aguardar juntamente com a classe, uma nova audiência entre Ministério Público, Poder Executivo, Legislativo, APROMUNG e Sindicato. Em março de 2016, em nova audiência na Promotoria Regional de Educação de Santa Maria, ficou acordado que o Poder Executivo teria o prazo de até 31 de março de 2016 para rever o projeto de lei.
“Contudo, findado o prazo, o prefeito não cedeu e manteve a posição de não rever o projeto de lei, mantendo o parcelamento do índice em 36 vezes. Solicitado pela Promotoria, o Poder Legislativo concedeu parecer jurídico apontando a inconstitucionalidade e ilegalidade sobre o referido PL”, argumenta o presidente do Sindicatos dos Servidores, Ricardo Barbosa Júnior.
A redução de períodos de aula é uma resposta ao que o Sindicato classifica como “ausência de uma resposta positiva aos anseios dos professores”.
Os professores decidiram que, por tempo indeterminado, a partir de terça-feira, os alunos serão liberados no recreio. O objetivo é chamar a atenção para a causa da Educação.
“A classe não quer nada a mais e nada a menos do que a garantia de seus direitos. Direitos esses garantidos pelas Leis Federal e Municipal do Piso Salarial do Magistério. Para que as aulas voltem ao período normal, basta o prefeito cumprir a lei e para isso queremos contar com o apoio da comunidade escolar para que não deixem os alunos saírem prejudicados por culpa de um governo que não valoriza os educadores”, explicou o presidente do Sindicato.

O QUE DIZ A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
A Secretaria Municipal de Administração foi informada da decisão dos professores na manhã de sexta-feira. No documento, o Sindicato informa que os professores liberarão os alunos no horário do recreio, mas permanecerão nas instituições cumprimento atividades extraclasse.
A Secretaria de Educação só irá se posicionar referente a decisão do magistério municipal nesta segunda-feira. A secretária Branca Wiesel admite que irá discutir o assunto internamente e avaliar como será resolvido o impasse.

PISO NACIONAL: PROFESSORES MUNICIPAIS AVALIAM POSSIBILIDADE DE “ADOTAR” TURNO REDUZIDO.

PISO SALARIAL

Desde que foi instituído em 2012, o Piso Nacional do Magistério, regulamentado também por lei municipal, vem sendo discutido em São Gabriel. De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, o impasse foi criado pelo Poder Executivo, “que não cumpre na íntegra o pagamento dos índices anuais anunciados pelo MEC”.
Em nota, a instituição afirma: “Primeiro, vieram os extensos parcelamentos, chegando em 60X para o retroativo do índice de 13,01% em 2015 e uma proposta de 36X para o índice de 2016. Para não correr o risco de perder o direito ao Piso Nacional, a categoria aceitou o parcelamento do retroativo de 2015, mas este último, ainda está sendo negociado com o governo sob o acompanhamento do Ministério Público da Educação”.
Enquanto esperam um desfecho para o impasse, os professores – liderados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais na companhia da Associação dos Professores Municipais de São Gabriel (APROMUSG) – buscam outras formas de sensibilizar a prefeitura e de demonstrar seu descontentamento com a situação. Hoje (20/04), a categoria se reúne em Assembleia para decidir a possível redução do horário de trabalho.
A proposta tem sido pauta de diálogos constantes. Nas últimas semanas, o sindicato, representado pelo presidente Ricardo O. Barbosa Júnior juntamente com a APROMUSG, fizeram um trabalho itinerante, e de escola em escola, visitando a maioria dos educandários, ouviram os professores que em sua grande maioria (98%) consultados previamente, manifestaram-se favoráveis à redução. “Buscamos o diálogo com a maioria dos professores, e juntos debatemos sobre várias possibilidades, na tentativa de sensibilizar o Governo Municipal sobre a importância da valorização da Educação através de seus educadores. Já que a cada ano, trava-se uma verdadeira batalha, para que os percentuais de reajuste do Piso do Magistério permaneçam”, disse Ricardo Júnior.
A Assembleia acontece no plenário da Câmara Municipal de Vereadores com primeira chamada marcada para às 18h e segunda chamada às 18h30 min. “Será um momento muito importante para o Magistério Municipal, por isso é imprescindível que todos compareçam à Assembleia. É o cumprimento do Piso Nacional que está em jogo. Nós do Sindicato, juntamente com a APROMUSG e a força da classe, estamos prontos para buscar a garantia desse direito e contamos com a presença maciça dos professores para deliberarmos sobre essa demanda tão importante”, finalizou o presidente.

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