PROGRAMA DE BOLSAS DE ESTUDO FACILITA ACESSO AO ENSINO BÁSICO E SUPERIOR EM SÃO GABRIEL.

bolsas

Uma bolsa de estudo é a chave para muitas pessoas ingressarem em instituições particulares sem precisar pagar o valor integral da mensalidade. Para facilitar o acesso a uma educação de qualidade, o programa Mais Bolsas está disponibilizando vagas com descontos de até 50% para a Educação Básica e Superior, que irão beneficiar mais de 500 gabrielenses.
Por meio de parcerias com mais de 10 mil instituições, como a ESCOLA MONDRIAN FUNDAMENTAL, URCAMP, FAEL, WPós e Grupo Educa Mais EAD, o programa concede bolsas de estudo nas modalidades presencial e à distância para todo o país. Entre os cursos superiores oferecidos em São Gabriel estão Administração, Ciências Contábeis, Nutrição Esportiva e Enfermagem Oncológica.
Para o gerente do Mais Bolsas, José Araújo, a educação é um dos principais pilares da sociedade e o programa pode ser a solução para quem não tem condições de pagar uma mensalidade integral. “As pessoas têm consciência da competitividade do mercado de trabalho em meio à crise econômica e vêm buscando uma qualificação profissional. O Mais Bolsas existe justamente para possibilitar esse acesso”, afirma Araújo.
Para se inscrever gratuitamente, basta acessar http://www.maisbolsas.com.br, escolher a cidade, modalidade, a série ou curso e a instituição pretendida. O candidato pode ser aprovado de imediato, caso haja vaga disponível. Mais informações podem ser obtidas por meio do SAC, chat, redes sociais ou central de atendimento, nos telefones 4007-2209, para capitais e regiões metropolitanas, ou 0800 002 5854, para as demais localidades.

UNESCO: 758 MILHÕES DE ADULTOS NÃO LIAM OU ESCREVIAM UMA FRASE SIMPLES EM 2015.

Apesar do avanço nas políticas de aprendizagem e de educação de adultos nos últimos anos, 758 milhões de adultos, incluindo 115 milhões de pessoas com idade entre 15 e 24 anos, não tinham capacidade de ler ou escrever uma simples frase em 2015. É o que mostra o 3º Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos (Grale III), divulgado hoje (15) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

De acordo com o levantamento, a maioria dos 144 países signatários do Marco de Ação de Belém, assinado em 2009 no Brasil, informou não ter alcançado a meta da Educação para Todos (compromisso global firmado por 164 governos reunidos na Cúpula Mundial de Educação, em Dakar, em 2000), de atingir 50% de melhoria nos níveis de alfabetização de adultos até 2015.

Aprovado por ocasião da 6ª Conferência Internacional de Aprendizagem e Educação de Adultos, no Marco de Ação de Belém os países concordaram em melhorar a aprendizagem e a educação de adultos em cinco áreas: políticas, governança, financiamento, participação e qualidade. Os signatários do acordo se comprometeram a adotar ações em aprendizagem e educação de adultos por meio de políticas públicas e leis.

Segundo o Grale III, a maioria dos países signatários relatou progressos na implementação de todas as áreas do acordo. Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, segundo a Unesco, especialmente na redução da desigualdade de gênero. Conforme o levantamento, a maioria dos excluídos da escola é formada por meninas: 9,7% das meninas de todo o mundo estão fora da escola, índice comparado a 8,3% dos meninos.

Da mesma forma, mostra a pesquisa, 63% dos adultos com baixas habilidades de alfabetização são mulheres. “A educação é essencial para a dignidade e os direitos humanos e é uma força para o empoderamento. A educação de mulheres também tem grande impacto nas famílias e na educação das crianças, influenciando o desenvolvimento econômico, a saúde e o engajamento cívico de toda a sociedade”, diz trecho do Grale III.

Segundo a Unesco, 81% dos países que responderam às perguntas do levantamento disseram que suas políticas tratam de adultos com baixos níveis de alfabetização e habilidades básicas. “Entretanto, vários grupos continuam marginalizados: as políticas de aprendizagem e educação de adultos de apenas 18% dos países tratam de minorias étnicas, linguísticas e religiosas. Somente 17% dos países tratam de imigrantes e refugiados e somente 17% tratam de adultos com deficiências”.

Conforme o estudo, 75% dos países relataram ter melhorado significativamente suas políticas e leis em aprendizagem e educação de adultos desde 2009. Em contrapartida, 70% disseram ter aprovado novas políticas nessa área desde 2009. Para 85% dos países, a alfabetização e as habilidades básicas são prioridades dos programas de aprendizagem e educação de adultos. Na Europa Central e no Leste Europeu, por exemplo, somente 57% dos países dão prioridade a essa área.

A terceira edição do Grale tem como tema “O impacto da aprendizagem e da educação de adultos na saúde e no bem-estar, no emprego e no mercado de trabalho e na vida social, cívica e comunitária”. O estudo apresenta dados e exemplos práticos que demonstram que a aprendizagem e a educação de adultos ajudam o indivíduo a se tornar e se manter mais saudável, a melhorar as perspectivas econômicas e a se tornar cidadão mais informado e ativo, onde quer que viva no mundo.

PROFESSORES PREPARAM GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO A PARTIR DE 15 DE MARÇO.

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aprovou no 33º congresso da entidade, realizado de 12 a 15 de janeiro, a deflagração de uma greve nacional da educação a partir do dia 15 de março. Os eixos centrais da greve serão a oposição à proposta de Reforma da Previdência, encaminhada pelo governo de Michel Temer ao Congresso Nacional (PEC 287/16), e o cumprimento integral do Piso nacional do magistério. Os comandos estaduais e municipais de mobilização poderão agregar outras pautas à paralisação, de acordo com as realidades locais. As informações são do Portal Sub21.
O congresso da CNTE, realizado em Brasília, considerou inevitável a deflagração de uma greve nacional em função dos desdobramentos do que definiu como “golpe jurídico-parlamentar e midiático” no Brasil. Esse golpe, na avaliação da confederação, afronta o Estado Democrático de Direito previsto na Constituição, substitui as políticas de distribuição de renda por políticas de privatização e terceirização, e engessa o Estado brasileiro, por meio do congelamento dos investimentos por vinte anos, impedindo-o de promover o crescimento econômico. Além disso, criticou ainda a confederação, pretende impor uma Reforma da Previdência que “castigará a classe trabalhadora e os mais pobres do país, especificamente na educação as mulheres, patrocinando o desmonte da previdência pública e promovendo os fundos privados”.
Ainda segundo a CNTE, a greve nacional da educação também pretende fortalecer a construção da greve geral da classe trabalhadora, que deve ser convocada pelas centrais sindicais este ano. O congresso da confederação definiu o seguinte calendário para a greve nacional da educação:
8 de março (Dia Internacional da Mulher) – Realização de assembleias gerais nos sindicatos locais, com atos e passeatas para deliberar sobre o início da greve em cada uma das redes de ensino do país.
14 de março – Mobilização de preparação da Greve Nacional da Educação.
15 de março – Indicativo para o início da Greve Nacional da Educação.
25 de março – Reunião da Coordenação Nacional da Greve Nacional.
27 a 31 de março – Período para as entidades filiadas à CNTE e entidades parceiras realizarem avaliações do movimento paredista.

CPERS fará assembleia geral dia 8 de março
O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS Sindicato) realizará, dia 8 de março, uma assembleia geral com indicativo de greve. Na avaliação do CPERS, o alinhamento dos governos Temer e Sartori está se traduzindo em propostas de privatização, desmonte dos serviços públicos e retirada de direitos sociais e trabalhistas. O Conselho Geral do CPERS também definiu um calendário de mobilização para o mês de março:
2 e 3 de março – Visitação às escolas
2 a 6 de março – Realização de assembleias regionais
6 e 7 de março – Debate nas escolas sobre os ataques aos direitos dos trabalhadores, construção de Comitês Regionais de Resistência e realização de aulas cidadãs com as comunidades.
8 de março – Assembleia geral do CPERS.

QUATRO ESCOLAS SERÃO FECHADAS NA REGIÃO CENTRAL.

O governo do Estado extinguiu turnos em 14 escolas e fechou outras quatro na Região Central. Entre os motivos, de acordo com a 8ª Coordenadoria Regional de Educação (8ª CRE), estão a evasão escolar, índices de reprovação e economia de verba. As escolas fechadas ficam em Ivorá, Júlio de Castilhos e Vila Nova do Sul. As que passarão a funcionar em turno único ou em dois turnos são de Santa Maria, Toropi, São Sepé, São Francisco de Assis, Nova Palma, Mata, Júlio de Castilhos, Jaguari, Formigueiro e Faxinal do Soturno. As informações são do Jornal Diário de Santa Maria.
Conforme a coordenadora da 8ª CRE, professora Simone Coradini, estudos feitos pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) constataram que há mais oferta de vagas do que demanda, o que justificaria a medida.
“Há instituições de ensino com um número muito pequeno de matriculados e muitos desses sequer frequentam as aulas”, explica Simone.
A Escola Estadual de Ensino Fundamental João Vianey, de Ivorá, por exemplo, contava, até 2016, com seis alunos frequentando as aulas. A instituição tinha duas salas de aula e capacidade para receber 60 estudantes. Mas, diante do problema, acabou tendo que fechar as portas. Também encerraram as atividades as escolas José Elidoro Neves, em Vila Nova do Sul, e Santo Isidoro e Américo Reginatto, em Júlio de Castilhos.Em Santa Maria, passarão a funcionar em turno único as escolas Almiro Beltrame, no Distrito de Boca Monte, e Paulo Freire, na Rua Venâncio Aires.
De acordo com a 8ª CRE, na Paulo Freire, por exemplo, houve 27 reprovações e 16 aprovações no curso normal em 2016. Na EJA, foram 29 reprovações e 12 aprovações. Além disso, apenas cerca de 30 alunos teriam frequentado as aulas de fato.
Conforme as direções, a comunidade é contra a adoção da medida. Para elas, “não seria positivo resolver um problema econômico criando um problema de educação”. A 8ª CRE não nega que haja um interesse na economia de recursos e diz que não há uma estimativa de quanto será economizado com as medidas. Mas, ainda de acordo com a 8ª CRE, a decisão foi tomada com a proposta de um projeto pedagógico que tem como objetivo atrair de volta para a sala de aula o aluno que evadiu e melhorar o ensino para aumentar o índice de aprovação.
Além dessas instituições, outras duas escolas de Santa Maria têm até março para atingir um número mínimo de alunos para não passar a funcionar em turno único: a João Belém, na Rua José do Patrocínio, e a Gomes Carneiro, na Rua Carlos Oscar Lang. O período de matrículas se encerra em 17 de fevereiro.Em relação às que tiveram turnos extintos ou fecharam, o Estado garantiu que todo o quadro funcional será remanejado para outras instituições. Além disso, alunos que não vão mais poder ser atendidos nas escolas serão transferidos para instituições mais próximas.
Dados da 8ª CRE apontam que a falta de alunos é um problema que se agrava há pelo menos 10 anos. Conforme a coordenadoria, de cada 10 estudantes matriculados na rede de ensino estadual, nove são reprovados. A nova proposta pedagógica do Estado quer mudar essa realidade. Para isso, a intenção é alterar a forma de avaliação dos alunos, a relação com outras instituições, como universidades, e promover projetos de extensão. A 8ª CRE não entra em detalhes sobre como isso será feito.

ESCOLAS FECHADAS
Em Ivorá – Escola Estadual de Ensino Fundamental João Vianey
Em Júlio de Castilhos – Escola Estadual de Ensino Fundamental Américo Reginatto; Escola Estadual de Ensino Fundamental Santo Isidoro
Em Vila Nova do Sul – Escola Estadual de Ensino Fundamental José Elidoro Neves

SÃO GABRIEL RECEBERÁ PROJETO DE SUSTENTABILIDADE DA RGE SUL.

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Inserir a temática da sustentabilidade no ambiente escolar, contribuindo para a formação de sociedades mais sustentáveis é o objetivo do projeto Educar para Transformar, iniciativa da RGE Sul que, desde 2012, movimenta alunos e educadores da rede pública de ensino dos municípios da área de concessão da empresa em uma proposta educativa sobre energia, água, resíduos e mobilidade.
Detalhes para a realização do projeto em São Gabriel foram acordados na sexta-feira passada (27/01) em reunião na Secretaria Municipal de Educação (SEME), onde participaram o secretário da pasta, Sildo Jocelito Machado Cabreira, a coordenadora Pedagógica, Berenice Bueno, o assistente de Poder Público da RGE Sul, Tarciso André Homrich, e a produtora da Axis Mundi, Cleusa Silveira. As atividades serão realizadas no município nos dias 27 e 28 de março.
Lançado em setembro de 2016, o terceiro ciclo do projeto percorrerá os 118 municípios atendidos pela RGE Sul, até setembro de 2017, por meio de 300 ações educativas gratuitas, promovidas em dois momentos: nos Seminários Regionais – capacitações específicas para os educadores –, e nas Ações – momentos de aprendizagem por meio de atividades lúdicas, desenvolvidos para alunos e professores do ensino fundamental, e realizados em cada uma das cidades contempladas. Integram as Ações um grande círculo para a encenação da história “Inventário de Seres e Coisas” e dinâmicas sobre o uso seguro e eficiente de energia elétrica, destino correto do lixo, consumo consciente de água e mobilidade.
Na ocasião, serão entregues materiais didáticos para fomentar a continuidade do trabalho nas escolas. A Revista do Professor traz textos e sugestões de atividades para serem desenvolvidas nas instituições. As Revistas dos Alunos apresentam atividades para os estudantes do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, e o CD contém a trilha sonora do espetáculo teatral e o material didático em formato digital.
Pertencente ao Programa de Eficiência Energética da RGE Sul e realizado em parceria com as Prefeituras – através das Secretarias Municipais de Educação – e Coordenadorias Regionais de Educação, o projeto Educar para Transformar tem o intuito de contribuir com o crescimento da consciência ambiental dos seus participantes, bem como sensibilizá-los a levarem para o seu dia a dia hábitos favoráveis ao meio ambiente. Mais de 204 mil pessoas participaram das 503 ações realizadas em 79 cidades nos dois primeiros ciclos (2012 e 2014/2015).

SOBRE A CPFL ENERGIA
A RGE Sul integra o grupo CPFL Energia, que há 103 anos está presente no setor elétrico, com atuação nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, o grupo é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. Também é um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.
Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.144 MW no final do segundo trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.
A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

Sobre o Programa de Eficiência Energética
Por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), desenvolve projetos para combater e evitar desperdícios de energia elétrica junto aos clientes, sejam eles indivíduos ou organizações. Seguindo uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), destina 0,5% da receita líquida anual para essa finalidade. Promove o uso eficiente da energia elétrica por meio da regularização de ligações informais em comunidades de baixa renda.

MEC CORRIGE RESULTADOS FINAIS DO CENSO ESCOLAR 2016.

O Ministério da Educação retificou hoje (30) os resultados finais do Censo Escolar 2016 de alguns municípios do país. O levantamento detalha o número de matrículas iniciais na educação básica das redes públicas municipal e estadual de ensino. Elas referem-se à creche, pré-escola, aos ensinos fundamental e médio, à educação de jovens e adultos e educação especial. Abrange as áreas urbanas e rurais e a educação em tempo parcial e integral. As informações são da Agência Brasil.
A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. Os resultados dos demais municípios permanecem inalterados, de acordo com os dados divulgados em dezembro de 2016.
A segunda etapa do Censo Escolar 2016 terá início no próximo mês. Nessa fase, serão coletados os dados sobre o rendimento e o movimento escolar dos alunos declarados (aprovação, reprovação e abandono).
O Censo Escolar é feito anualmente. Contabilizar o número das matrículas é fundamental para o repasse de recursos e a execução de programas e políticas públicas na área da educação, como a distribuição de livros, o transporte escolar, a instalação de bibliotecas e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PRORROGA INSCRIÇÕES PARA SISU ATÉ DOMINGO.

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições dos estudantes no Sistema de Selação Unificada (Sisu) até as 23h59 do próximo domingo (29). O prazo estava previsto para terminar hoje (27). O ministério decidiu prorrogar após estudantes terem relatado dificuldades para acessar o sistema. O resultado está mantido para segunda-feira (30). As informações são da Agência Brasil.

“Em atenção aos estudantes, que manifestaram o pedido, e em virtude das dificuldades de acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) nos primeiros dias, o MEC decidiu prorrogar o prazo de inscrições em 48 horas”, diz o comunicado do ministério.

Até as 18h de quinta-feira (26/01), foram registrados 2.090.451 inscritos e 4.033.178 inscrições. Cada candidato pode escolher até duas opções de curso universitário.

Ao todo, são 238.397 vagas em 131 instituições públicas, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Problemas no acesso

Na quarta-feira (25/01), no segundo dia de inscrições para o Sisu, candidatos reclamaram nas redes sociais que não conseguiam acessar a plataforma. Estudantes relataram que, quando tentavam entrar no sistema, recebiam o aviso de que os dados estavam incorretos. As reclamações começaram no primeiro dia de inscrições, principalmente de quem fez a segunda aplicação da prova, em dezembro.

De acordo com MEC, as falhas foram identificadas e sanadas. Por meio de nota, o ministério ressaltou que não haverá prejuízo a nenhum candidato.

Nota de corte

Após a abertura das inscrições, são divulgadas uma vez por dia ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados. No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação ressalta que tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.