41º NÚCLEO DO CPERS TEM REUNIÃO PARA AVALIAR A GREVE HOJE.


assembleia cpers

Sexta tem assembleia geral em Porto Alegre

A direção do 41º Núcleo do Cpers/Sindicato realiza no final da tarde desta quinta-feira, na sede do Núcleo, reunião para definir a posição da categoria em relação ao processo de greve deflagrado no Estado. As decisões serão apresentadas em Porto Alegre, nesta sexta-feira, durante assembleia geral. No Município, as escolas funcionam normalmente.
O Comando de Greve do Cpers anunciado a realização de uma assembleia geral da categoria para essa sexta-feira (24/11), no Parque Harmonia, para discutir os rumos da paralisação dos professores do Estado, depois de uma reunião na sexta passada. O sindicato fez críticas à proposta sugerida pelo governo de utilização de voluntários e professores aposentados para finalizar o ano letivo em escolas que ainda estejam paralisadas devido à greve. Segundo a presidente da entidade, Helenir Schürer, será um choque para professores e alunos.
As declarações do governador geraram manifestações. Um grupo de professores ligados ao Cpers/Sindicato bloqueou, no começo da manhã de terça-feira, as entradas da Assembleia Legislativa, no Centro de Porto Alegre, em protesto contra o projeto de lei sobre recuperação fiscal do Governo do Estado.
A presidente do Cpers afirmou que há pontos específicos do projeto que desagradam a classe de professores. “O ponto específico é o ajuste fiscal, porque é impossível para nós ficarmos seis anos sem reajuste de salário. Não podemos aceitar isso. Estamos aqui (na Assembleia Legislativa) para forçar a criação de uma ponte entre a Casa Legislativa e o governo do Estado porque temos uma preocupação real, que é o 13º. Não vamos aceitar o pagamento em 12 parcelas. Há muitas pessoas que esperam o 13º para pagar os juros do ano passado”, explicou Helenir.
Helenir negou que o ano letivo esteja sob risco por conta das paralisações dos professores ou por causa da negociação com o governo do Estado. A presidente do Cpers chamou a atenção para o desgaste dos alunos, que serão obrigados a estar em salas de aula sem condições ideais. “Nós teremos crianças estudando em locais sem ar-condicionado, sem capacidade de aprender porque a gente sabe que isso afeta o ritmo dos alunos”, acrescentou.

Anúncios

anuncio floriano

GABRIELENSE É CONSIDERADO UMA DAS REVELAÇÕES DO BASQUETE NACIONAL.

BASQUETE VASCO

O gabrielense Matheus Alves Henicka, de 17 anos, é considerado umas das grande promessas do basquete brasileiro. O adolescente saiu de quadras de basquete de um bairro de Lajeado, onde morou desde pequeno com a família, jogou no Ceat e, hoje, está no Rio de Janeiro, no Vasco da Gama. Hoje ele é considerado uma das grandes promessas do basquete brasileiro.
Matheus joga como lateral e conquistou uma nova chance de mostrar sua determinação, no Rio de Janeiro – no Vasco da Gama -, de onde quer alçar voos maiores.
Ele já exibe, em sua aparência, o perfil de basqueteiro: mede 1,95 metro de altura e pesa 85 quilos. Essas características também o auxiliaram a ser um ala perfeito nas jogadas.
MATEUS BASQUETECom 13 anos, em um time de basquete da Escola São Bento, começou a apresentar o seu trabalho. O treinador Leonardo Menezes – também técnico do Ceat – o incentivou e orientou a participar e mostrar suas jogadas em um campeonato de escolas municipais realizado no Colégio Evangélico Alberto Torres. Foi assim que o sonho começou a se tornar realidade na vida do jovem atleta.
O Bira, responsável pelo time de basquete do Ceat, viu potencial no garoto, nesse campeonato, e o convidou para integrar a equipe. “Ele contatou meus pais para que começasse a jogar o quanto antes no time. Foi o máximo. E meu pai logo me apoiou muito para ir treinar. Devo tudo isso a ele.”
Em 2015, jogou na seleção gaúcha sub 17 em Minas Gerais e se destacou como o maior reboteiro do Campeonato Brasileiro.
No Ceat/Bira, jogou por quatro anos e acabou sendo contratado pelo Vasco da Gama. Segundo o adolescente, foi o seu bom rendimento no Ceat e pela seleção gaúcha, em 2015, que lhe renderam essa oportunidade.
O atleta disse que o basquete o atrai muito e o emociona em cada partida. “Poder decidir o jogo em uma bola é único”.
Hoje, os dias do garoto são todos controlados, desde a alimentação até os treinos para ter altos rendimentos nos jogos. Segundo ele, se prepara todos os dias, faz academia e tem cinco alimentações balanceadas por dia.
Tudo o que conseguiu, até agora, foi pelo seu esforço e dedicação. “Me esforcei demais para chegar até aqui. Tive muito treino e dedicação e, muitas vezes, deixei de sair com os amigos para treinar e me concentrar para os jogos.”
Para o jovem, a partida que mais o marcou foi a final de um campeonato em 2015. O primeiro confronto. “Foi quando acertei uma bola de três no estouro do cronômetro, para empatar e levar o jogo para a prorrogação”. Segundo ele, ver toda aquela torcida, lotando o estádio e vibrando até o último momento, foi muito emocionante.
Matheus diz que um sonho dele, agora, e que, na sua visão, é também de todo menino que joga basquete, é ter uma oportunidade na NBA. O seu maior ídolo é o seu ex-treinador Bira. “Foi um cara que, se não fosse ele, eu não estaria aqui. Ele que me ajudou e aconselhou em tudo.”
O garoto teve que se afastar muito cedo da família. Mesmo treinando em Lajeado, passava muito tempo do seu dia na escola e, atualmente, em outro Estado, a distância é ainda maior. “É complicado se afastar assim das pessoas que você ama e conviveu a vida toda. A saudade é grande, mas tudo isso vai valer a pena”.

PEDRO PARTICIPA DE ACAMPAMENTO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO HANDEBOL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO.

pedro moreira acampamento
O Professor Pedro Moreira, treinador da equipe de handebol da Escola XV de Novembro, participou do Acampamento Nacional de Desenvolvimento do Handebol, realizado entre os dias 31 de outubro e 9 de novembro, em São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo.
Pedro foi um dos selecionados pela Confederação Brasileira de Handebol para o evento. Participaram atletas e profissionais da área que se destacaram em eventos das federações ou nacionais. No texto a justificativa: “São convocados profissionais indicados pelas Federações e pelas renomadas capacidades técnicas”.
O acampamento foi dirigido pelo treinador da seleção brasileira de handebol professor Washington e toda a comissão técnica da seleção com o objetivo de estudar novos conceitos para o handebol e com a finalidade de melhorar a participação nos eventos internacionais.
“O Brasil é muito grande e selecionar os melhores atletas fica difícil, além disso existe a característica própria de cada estado na forma de praticar o handebol dentro dos sistemas existentes. Com os acampamentos poderemos fazer com que todos pratiquem o handebol dentro dos conceitos padronizados, conquistando com o tempo excelência na prática, melhorando assim a qualidade das nossas seleções em todas as categorias”, explica Pedro Moreira.
Na Europa, tudo é muito próximo e a troca de experiências é quase automática. “No Brasil, além da falta de recursos para a modalidade, ainda temos a distância muito grande entre as unidades da federação. Foi muito proveitoso esse momento, pois convivi por 9 dias com alguns dos mais experientes treinadores do Brasil. Só tenho que agradecer a oportunidade que a FGHb e a CBHb me proporcionaram, mas o agradecimento maior que faço é aos meus queridos alunos atletas e ao meu colega Adão Batista que, a duras penas, mantém um clube que participa dos campeonatos da FGHb que eu tenho um prazer muito grande de auxiliar”, avaliou.
O Professor Pedro Moreira participa dos Jogos da Juventude em Brasília com a Escola XV de Novembro. A equipe masculina de handebol conquistou o direito de representar o Estado na competição ao conquistar o título do JERGS e vencendo o campeão estadual do Cergs.

TUPAN TEM O NOME INCLUÍDO NA CALÇADA DA FAMA DO FUTEBOL GAÚCHO.

com sandro

Ivan Cunha dos Santos (D), filho de Tupan, e também conhecido pelo mesmo nome, representou o pai no evento na FGF. Na foto, o genro de Ivan (tenente Vargas) e o ex-jogador Sandro Sotilli

O mestre Ivan Cunha dos Santos, carnavalesco da Escola de Samba Vai Mesmo, nunca se emocionou tanto ao ouvir o nome “Tupan”, dito em alto e bom som pelo mestre de cerimônias da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), durante a festa que homenageou alguns dos principais nomes do futebol gaúcho. Ivan representou o pai dele, Tupan Ernâni dos Santos, jogador que iniciou a carreira no Força e Luz e Cruzeiro, ambos de Porto Alegre, e depois se consagrou vestindo a camiseta do Internacional, entre 1933 e 1935, conquistando o título estadual de 1934.
O evento que inaugurou a Calçada da Fama do futebol gaúcho aconteceu na sexta-feira (17/11), na sede da FGF. Além de Tupan, outros 54 nomes de destaque na história do futebol do Rio Grande do Sul, como jogadores, ex-atletas, treinadores e dirigentes também foram indicados pelos clubes do Estado. Entre eles, o lateral Branco e o atacante Sandro Sotili.
Na mesma noite, a FGF inaugurou a galeria dos 23 presidentes da Federação Gaúcha de Futebol e um painel destacando os árbitros gaúchos Renato Marsiglia, Carlos Eugênio Simon e Altemir Haussmann, que atuaram em Copas do Mundo.
Além dos clubes da Capital, Tupan também jogou no Santos, mas, curiosamente, depois de vestir duas das maiores camisas do futebol brasileiro, o porto-alegrense acabou virando ídolo em Bagé, para onde foi em 1938.
Defendendo as cores do Bagé, ele foi duas vezes vice-campeão estadual, em 1940 e 1944, e marcou um total de 178 gols, sendo ainda considerado o maior goleador do Grêmio Bagé. Em 1941, sua expulsão aos 10 minutos causou o cancelamento de uma partida, diante dos protestos da torcida da casa.
Na década de 1950, Tupan mudou-se para São Gabriel, onde atuou pelo Gabrielense e também foi treinador da equipe. Ele permaneceu em São Gabriel, onde morreu em 24 de agosto de 1972.

anuncio felipe abib

SITUAÇÃO DE ANIMAIS ABANDONADOS E EM VIA PÚBLICA JÁ É CONSIDERADO UM CAOS.

sos caes

São Gabriel vive um caos, quando o assunto é “animais soltos em vias públicas”. A afirmação é da Presidente da Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis – ONG Amigo Bicho, Gisele Villanova, que enfrenta uma tremenda dificuldade para atender a demanda de pedidos de socorro que aumenta diariamente.
Segundo ela, por dia, a entidade recebe inúmeros chamados de pessoas pedindo ajuda para animais atropelados, cadelas com filhotes, ninhadas abandonadas em terrenos baldios e casos de envenenamentos.
A questão é: esses casos estão virando rotina em alguns bairros da cidade e, a entidade não tem apoio ou suporte financeiro para atender tantas ocorrências.
A situação se agrava quando leva-se em consideração chamados para atendimento a animais de grande porte, como cavalos abandonados ou mau tratados. Gisele explica que a ONG conta com o apoio da Patrulha Ambiental da Brigada Militar em alguns casos, mas, mesmo a BM enfrenta dificuldades para atender o chamados por causa do pequeno efetivo.
O envenenamento, segundo aponta a direção da ONG, é o reflexo da falta de iniciativa do Poder Público para controlar o aumento da população animal que vive nas ruas. “As pessoas, já cansadas de não ter respaldo do Poder Público, acabam apelando para um ato criminoso. É importante destacar que se trata de crime, inclusive com penas previstas na Lei 9.605/98”, argumenta.
Com o aumento dos pedidos de socorro, a ONG tem orientado a população para que vacine as fêmeas na época do cio e que as mantenham presas, “já que nessa época os chamados são maiores devido a briga dos animais, causando morte e deixando outros feridos, com machucados que acabam virando miíases (bicheira) decorrentes da mosca, aumentando o número de chamados e o trabalho da associação”, explica.
“Precisamos que nossos governantes, eleitos pelo povo para tomarem essas providências, providenciem uma lei que regulamente o assunto, inclusive prevendo multas para os proprietários que não mantiverem seus animais (fêmeas) presos na época do cio”, complementou.
A Associação trabalha no negativo. Sem dinheiro no caixa e sem receber recursos desde a gestão passada, a ONG conta apenas com a ajuda da comunidade. E, mesmo assim, são poucos que ajudam e tem consciência da importância do trabalho. Em contrapartida, a ONG é cobrada, e muito.
As pessoas que trabalham na ONG Amigo Bicho são voluntárias e trabalham por amor aos animais. Gisele deixa claro que não é obrigação dos voluntários assumir dívidas ou atenderem fora dos horários. “A Associação foi criada para atender animais de rua e não animais que tenham donos”, argumenta.
Para arrecadar recursos, a entidade busca novos apoiadores e comercializa logomarcas da Associação.
São Gabriel também tem a Associação Anjos de Pelo. Mas assim como a ONG Amigo Bicho, enfrenta muitas dificuldades para desenvolver as atividades em defesa dos animais.

  • Veja A Notícia OnLine no FACEBOOK