POLÍCIA CIVIL APREENDE CERCA DE 100 MIL PANFLETOS APÓCRIFOS CONTRA CANDIDATO À PREFEITURA.

A Polícia Civil deteve na madrugada desta sexta-feira (30/09), na Estação Rodoviária de São Gabriel, dois elementos com cerca de 100 mil panfletos apócrifos. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Polícia, onde prestaram esclarecimentos e foram liberados. De acordo com o delegado de polícia, José Soares Bastos, foi confeccionado um Termo Circunstanciado (TC) e os envolvidos responderão por crime eleitoral.
A Polícia Civil não informou detalhes da prisão. O material estaria sendo trazido para a cidade em um ônibus de linha. A ação aconteceu após uma denúncia anônima que revelou ainda que o material seria agressivo contra um dos candidatos à Prefeitura Municipal. Esses dados não foram informados pela autoridade policial, que encaminhou todo o conteúdo para a Justiça Eleitoral.
O advogado da Coligação “São Gabriel tem jeito”, Paulo Jose da Rosa, foi visto na Delegacia de Polícia na tarde desta sexta-feira. Ele informou que buscava informações sobre a ação da polícia e o processo, pois, segundo ele, o material apreendido é ofensivo e com o objetivo de denegrir a imagem do candidato do PDT à Prefeitura.
Ainda, segundo ele, os dois homens detidos tem ligação direta com uma coligação adversária. “Queremos que a Justiça se posicione e informe o que está sendo feito e deixe a população de São Gabriel ciente deste fato criminoso”, finalizou.

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3 Comentários

  1. O que teria nesses panfletos? o que é apócrifo?

    • Apócrifo significa que não tem assinatura (autoria). Não se sabe quem escreveu tais textos.

  2. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Macedonian cross.svg A Bíblia Macedonian cross.svg
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    Cânon bíblico e livros[Expandir]
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    v • e
    Os Livros apócrifos (grego: απόκρυφος; latim: apócryphus; português: oculto[1]), também conhecidos como Livros Pseudocanônicos, são os livros escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs (ou seja, há livros apócrifos do Antigo Testamento) nos quais os pastores e a primeira comunidade cristã não reconheceram a Pessoa e os ensinamentos de Jesus Cristo por serem escritos após o I século e, portanto, não foram incluídos no cânon bíblico.

    O termo “apócrifo” foi criado por Jerônimo, no quinto século, para designar basicamente antigos documentos judaicos escritos no período entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias e a vinda de Jesus Cristo. São livros que, segundo a religião em questão, não foram inspirados por Deus e que não fazem parte de nenhum cânon. São também considerados apócrifos os livros que não fazem parte do cânon da religião que se professa.

    A consideração de um livro como apócrifo varia de acordo com a religião.[2] Por exemplo, alguns livros considerados canônicos pelos católicos são considerados apócrifos pelos judeus e pelos evangélicos (protestantes). Alguns destes livros são os inclusos na Septuaginta por razões históricas ou religiosas.[3] A terminologia teológica católica romana/ortodoxa para os mesmos é deuterocanônicos, isto é, os livros que foram reconhecidos como canônicos em um segundo momento (do grego, deutero significando “outro”).[4] Destes fazem parte os livros de Tobias, Judite, I e II Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico (também chamado Sirácide ou Ben Sirá), Baruc (ou Baruque) e também as adições em Ester e em Daniel – nomeadamente os episódios da História de Susana e de Bel e o dragão.

    Os apócrifos são cartas, coletâneas de frases, narrativas da criação e profecias apocalípticas. Além dos que abordam a vida de Jesus ou de seus seguidores, cerca de 50 outros contêm narrativas ligadas ao Antigo Testamento


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