GOVERNADOR VÊ EXAGERO NAS MANIFESTAÇÕES.

O Governo do Estado divulgou nota contestando os métodos adotados pelos manifestantes. Segundo o governador José Ivo Sartori, as manifestações não podem favorecer a criminalidade.
1. O governo do Estado respeita as manifestações sindicais marcadas para esta quinta-feira, dia 4, mas espera que as mesmas ocorram de maneira pacífica e ordenada, sem prejudicar os mais de 11 milhões de gaúchos.
2. Os serviços públicos devem ser mantidos, especialmente na área da segurança pública. Não serão tolerados quaisquer desrespeitos à legislação civil e militar. A desobediência e a desordem só favorecem a criminalidade e não resolvem os problemas financeiros.
3. O parcelamento de salários não é ato de vontade, mas fruto da crise financeira do país e da situação estrutural do Estado, agravada pelo governo anterior.
4. Qualquer radicalização é inoportuna diante do interesse público, especialmente dos trabalhadores mais humildes. O Brasil já soma quase 12 milhões de desempregados.
5. As categorias da área da segurança foram as únicas contempladas com aumentos, promoções e nomeações no atual governo. Para um soldado da Brigada Militar, o reajuste chegou a 30,73% – índice superior à inflação do período.
6. No total de quatro anos, esses aumentos representarão quase R$ 4 bilhões de acréscimo nos gastos do Estado, o que amplia a possibilidade de parcelamento dos salários. Esse valor corresponde a cerca de quatro folhas mensais de todo o funcionalismo estadual.
7. Mesmo com todas as dificuldades, o governo promoveu 2.186 policiais de nível médio e superior da Brigada Militar e Polícia Civil. Além disso, assumiu compromisso de chamar todos os concursados e ampliar os investimentos em diárias e horas extras.
8. O governo orienta a população para que mantenha suas atividades normalmente. Espera que sindicatos não estimulem a criação de um clima de pânico. E conclama os policiais para o cumprimento de suas atividades, honrando a história da Brigada Militar e da Polícia Civil. O combate à criminalidade não pode ter trégua.
9. Reivindicações corporativas são legítimas, mas o Estado precisa cuidar do interesse de toda a sociedade gaúcha. Nossos problemas estruturais só serão resolvidos de forma solidária, com seriedade e persistência.
Governo do Estado do Rio Grande do Sul

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