O QUE PENSAR DESTA OCORRÊNCIA: MULHER ALEGA ASSALTO, DEPOIS VOLTA ATRÁS, E SUGERE GOLPE.

Uma mulher de 57 anos deverá ser ouvida pela quarta vez, na próxima semana, a respeito de um suposto assalto ocorrido no dia 10 de dezembro, entre o interior de um estabelecimento bancário (caixa eletrônico) e a rua Padre Leonel Franca, ao lado da Igreja Matriz, no centro de São Gabriel. Os bandidos teriam levado R$ 1.500,00 da vítima.
No entanto, não é o crime que chama mais atenção do Setor de Investigações, mas sim as declarações da vítima. Nos dois primeiros depoimentos – incluindo o do dia do assalto, ela revela que encontrou uma amiga (ex-funcionária da Caixa Econômica) e que esta teria ido com ela até uma agência bancária.
Dentro do estabelecimento, as duas mulheres teriam sido abordadas por um homem estranho. A vítima conta que viu o elemento cutucar a mulher, sendo que logo depois ela disse: “Fica calma, vai dar tudo certo”. Na sequência, foi a vez do suposto assaltante falar com a vítima: “Ele pediu para eu sacar todo o dinheiro, mas expliquei que não podia por causa do cartão”, disse a vítima, que já havia sacado R$ 1.500,00.
Ela conta que a “amiga” e ela, depois de estarem dentro do carro com o assaltante, deixaram o veículo em busca de mais dinheiro. “Nós iríamos na casa, na Vila Maria, buscar mais dinheiro para dar para ele”. Curiosamente, o ladrão teria ficado sozinho no automóvel esperando pelo retorno. “Depois de caminhar cerca de uma quadra, suspeitei e acabei desistindo de ir com ela. Quando voltei até o carro, já não estava mais lá”, comentou.

Esta é a primeira versão.

Dois dias depois de contar toda essa história, a mulher retornou na Delegacia de Polícia e alterou vários pontos do depoimento. Na sua terceira declaração, ela sugere que tenha sido vítima de um golpe (o famoso golpe do bilhete premiado). O homem, que era assaltante no primeiro relato, passa a ser uma pessoa que pediu informações em via pública.
O Setor de Investigações, segundo afirmou o policial Luis Pascotin, vai novamente ouvir a vítima e definir realmente o que aconteceu na manhã de quinta-feira (10/12), próximo a Santa Casa de Caridade.

FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA É ACUSADO DE PAGAR MENORES PARA FAZER PICHAÇÕES.

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Um caso inusitado movimentou os setor de investigações da Polícia Civil entre o final de outubro e início de novembro. Uma série de pichações em muros da Santa Casa de Caridade e em propriedades particulares – todas ofensivas a membros do 1º Escalão do Governo Municipal – resultou na abertura de procedimento policial e no apontamento de um funcionário da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) como mandante do crime.
A Polícia Civil conseguiu identificar dois adolescentes envolvidos na compra de tintas em embalagens do tipo aerossol e na pichação de uma residência, ainda em fase de conclusão, no Bairro Gabrielense. Nas paredes da construção, pertencente ao Secretário de Obras Felipe Abib, foram escritas frases agressivas – e classificadas como de injúria – contra o Prefeito Roque Montagner e a Família Abib.
Os menores foram detidos logo após o crime. Um deles, numa moradia no Bairro Élbio Vargas, próximo a residência “danificada”. “Eles admitiram que fizeram a pichação e confessaram que receberam R$ 100 de um homem para cometer o crime”, comentou o policial.
Os adolescentes identificaram o mandante. Já o acusado foi ouvido e liberado. Ele deverá responder pelo crime, mesmo negando ter contratado os menores. O secretário de Obras, Felipe Abib, também admitiu a possibilidade de processá-lo por calúnia e difamação.
A pichação ao muro do Hospital de Santa Casa de Caridade (fotos) ainda está sendo investigada. Os adolescentes não assumiram a autoria.
No Brasil, a pessoa que picha ou grafita qualquer edificação urbana, prática comum no nosso país, comete crime ambiental, com pena de detenção que pode variar de três meses a um ano, além de multa.
Mas se o ato for praticado em monumento ou coisa tombada, devido a seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena de detenção é mais pesada e pode variar de seis meses a um ano, além do pagamento de multa.
A  lei Nº 12.408, de 25 de maio de 2011, alterou o art. 65 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, dispõe sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos. Por tanto, vender para menores, também é crime.

PRESO NOVAMENTE. MAS DESTA VEZ, FICOU.

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abigeato 2Jovem, que alegou ser caçador, é acusado de abigeato e detido por porte ilegal
A Polícia Civil de São Gabriel – através do setor de combate ao abigeato – prendeu no final da manhã desta quarta-feira (17/12), na zona oeste da cidade, o cozinheiro Vanderlei Freitas Ramos, de 27 anos. Na casa dele, na Rua Guabiju – Vila Mariana, os policiais encontraram uma arma de fogo calibre 22 e vários sacos de carne sem procedência. Ramos havia sido detido no sábado passado por equipe da PATAMO e Polícia Rural por porte ilegal e suspeita de abigeato. Ele – junto com mais dois – acabou sendo liberado pelo delegado plantonista.
De acordo com o setor de combate ao abigeato, os policiais teria ido a residência do acusado esclarecer as circunstâncias que envolveram a sua detenção no final de semana. “Ao chegarmos lá, notamos uma arma sobre a  mesa. Então demos voz de prisão por porte ilegal, uma vez que, no final de semana, ele já havia sido flagrado com espingarda 22″, comentou o policial.
Num refrigerador, os policiais encontraram a carne armazenada em sacos. O homem não soube informar a procedência e admitiu que tinha comprado de um “vendedor” desconhecido por R$ 3,00 o quilograma.
No sábado passado, Ramos admitiu que era caçador e que a arma lhe pertencia. Desta vez, ele alegou que o rifle pertence a outra pessoa (identificado como Douglas) e que esta teria deixado em sua casa.
A Polícia Civil ainda apreendeu vários uniformes do Exército Brasileiro e uma balança usada especificamente para a pesagem de carne. De acordo com o setor, “há informações de que o jovem pertencem a uma quadrilha de abigeatários atuante no interior do município”, finalizou.

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MILITAR É DETIDO EM CASA APÓS ROUBAR CELULAR.

militar presoO militar do Exército Brasileiro, Anderson Teixeira Menezes, de 18 anos, foi detido em casa – na Rua Narciso Antunes – após ter a sua identificação confirmada em um assalto a um jovem de 21 anos. O crime aconteceu no final da madrugada do dia 29 de novembro, na Rua Pará, no Bairro Independência. A vítima alega que cinco homens teriam lhe atacado, sendo que um dos envolvidos estaria de posse de um revólver.
As investigações, até o momento, levaram ao responsável por pegar um aparelho de celular que a vítima carregada no momento do assalto. O militar admitiu ter pego o telefone, mas negou que tenha agredido a vítima (conforme denunciou). Anderson ainda informou que roubou o aparelho para uso pessoal. Ele responderá em liberdade.

LADRÃO “INVADE” POSTO DE GASOLINA E LEVA DINHEIRO.

Imagens de uma câmera de vigilância poderão auxiliar a Polícia Civil a identificar o autor de um furto a um estabelecimento comercial na madrugada de domingo (14/12). No vídeo, um jovem, usando boné, aparece no interior do Posto de Combustíveis Terra dos Marechais, localizado na esquina das Ruas Coronel Soares e João Manoel.
Segundo uma funcionária da empresa, o ladrão quebrou o vidro da porta de acesso ao prédio e furtou do caixa cerca de R$ 500,00.

GABRIELENSE SERÁ RESPONSÁVEL PELA “SEGURANÇA” DO ESTADO.

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O governador eleito José Ivo Sartori (PMDB) anunciou nesta segunda-feira (15/12) novos nomes que irão integrar o futuro secretariado. Depois de passar parte da manhã e da tarde reunido com a equipe de transição, o ex-prefeito de Caxias do Sul confirmou Ernani Polo (PP) na Agricultura,Gerson Burmann (PDT) em Obras Saneamento e Habitação, Lucas Redecker (PSDB) em Minas e Energia, Pedro Westphalen (PP) em Transportes e Mobilidade, Vieira da Cunha (PDT) na Educação, Miki Breier (PSB) no Trabalho, João Gabbardo na Saúde, Ana Pellini no Meio Ambiente e César Faccioli, na Justiça. O gabrielense Wantuir Francisco Brasil Jacini será o Secretário de Segurança.
Com isso, já estão definidos os comandantes de 13 pastas. No início do mês, Sartori anunciou os três primeiros nomes dos seus secretários, todos peemedebistas: Carlos Búrigo na Secretaria-Geral do Governo, Giovane Feltesna Secretaria da Fazenda e Márcio Biolchi na Casa Civil. Sartori afirmou que anunciará pelo menos mais seis nomes até o fim do ano — de acordo com o governador eleito, o número de secretarias não deve passar de 21.
Antes do anúncio, ambientalistas entregaram nas mãos de Sartori um manifesto contra a possível nomeação de Ana Pellini como secretária do Meio Ambiente. Assinado por nove entidades, o documento afirma que há risco de “uma avalanche de retrocessos” e que a gestão de Ana na Fepam, entre 2007 e 2009, foi marcada pela emissão de licenças que geraram inúmeras ações na Justiça devido à desconformidade com a legislação ambiental.
Destaque nos últimos anos como uma das cidades mais seguras do Estado, São Gabriel agora figura no cenário estadual com um gabrielense na Secretaria de Segurança do Estado.
Jacini ingressou na carreira policial em 1976, como Agente de Polícia Federal. Em 1977 formou-se em direito pelas Faculdades Católicas de Mato Grosso, e em 1980, mediante novo concurso público, passou ao cargo de Delegado de Polícia Federal.
Durante mais de trinta anos dedicados à carreira policial, Jacini ocupou diversos cargos no âmbito do Departamento de Polícia Federal nos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Jacini foi ainda Coordenador Regional da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Rio de Janeiro/RJ (1992/1994); Superintendente Regional da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, (1994/1997); Coordenador Central de Polícia do Departamento de Polícia Federal em Brasília/DF (1997/1999); Diretor-Geral interino do Departamento de Polícia Federal, Brasília/DF (1999); Superintendente Regional da Polícia Federal em MS (2000/2004); Coordenador-Geral de Segurança Privada do Departamento de Polícia Federal, Brasília/DF (2004/2006); Presidente da IDEC – Convenção Internacional de Combate às drogas – Cone Sul, abrangendo os seguintes paises: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. (1998/1999).
O gabrielense foi secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul entre 2007 e 2009 e com a reeleição do governador André Puccinelli, foi reconduzido ao cargo. Sua gestão foi baseada em três eixos: capacitação e especialização do efetivo, investimentos na área de inteligência policial e rigor na corregedoria.
Wantir Jacini é integrante do Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp) e do Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej).  Foi presidente Consesp por três mandatos e membro do Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp).

BRIGADA MILITAR “FLAGRA” CAÇADORES, MAS DELEGADO PLANTONISTA MANDA LIBERAR SUSPEITOS DE ABIGEATO.

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Acusados efetuaram vários disparos de arma de fogo. Eles garante que estavam caçando

Equipes da PATAMO e Patrulha Rural da Brigada Militar apreenderam armas e munição em um veículo interceptado no interior do Município. Também foram detidos três homens. O trio admitiu que estava caçando, mas não tinha nada no automóvel. “Foi uma noite fraca”, disse um deles.
Eles foram detidos em uma propriedade próxima localidade Três Divisas. “Denúncias anônimas alertaram a nossa equipe para disparos de arma de fogo naquela região. Quando chegamos no local encontramos apenas um veículo abandonado com facas e lonas”, comentou o policial militar.
Os PMs permaneceram escondidos em campana. “Os três homens chegaram e quando se preparavam para sair foram abordados. Eles não tinham nada e alegaram que estavam caçando, mas que estavam sem sorte”, explicou o PM.
Os elementos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia da cidade. O delegado plantonista Eduardo Finn, de Santana do Livramento, determinou a liberação dos três envolvidos, mesmo para o homem que admitiu ser “caçador” e proprietário da arma. Os outros envolvidos foram incluídos como testemunhas.
Na região, conforme relato de proprietários rurais, o abigeato é uma dor de cabeça constante. Na propriedade onde os homens fazia “caça”, o dono alega que, nos últimos meses, foram abatidas diversas cabeças de gado. Segundo ele, a maioria dos animais é morta com tiros de arma 22, o mesmo calibre apreendido com os caçadores.

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