ATÉ QUE PONTO “MARIA DA PENHA” É CONFIÁVEL?

Idosos acusam "vítima" de mentir sobre o caso

Idosos acusam “vítima” de mentir sobre o caso

Família tenta provar que denúncias de supostas agressões são falsas. Acusado está preso.

Preso desde segunda-feira (10/06), a situação de Patrik Rodrigues Xavier, de 22 anos, não é nada fácil. O jovem foi detido pela Brigada Militar quando retornava para a casa dos avós, na Rua Mimosa Salgado, logo após se envolver em uma briga com a namorada Raissa Correa Botelho, de 18 anos, na mesma residência. Ele teria deixado a casa depois do ocorrido. Patrik é acusado de tentar matar a companheira com uma faca. Segundo relatos da vítima, isso ocorreu após discussões e várias agressões e uma tentativa de estrangulamento. A estocada só não lhe acertou porque atingiu a bolsa que ela (Raissa) usava.

raissa 1Ao contrário do que foi noticiado aqui neste blog na última quarta-feira, a arma branca – supostamente utilizada por ele – não foi localizada. Um revólver, que teria sido mostrado por ele em forma de ameaça, também não foi encontrado. Os policiais apreenderam apenas uma garrucha sem condições de uso. Os avós de Patrik, Maria Helena, de 68 anos, e Constante de Freitas Xavier, de 73 anos, defendem o neto e acusam a vítima de inventar mentiras.

De acordo com o idoso, Raissa teria provocado a discussão e, por causa de ciúmes, desferido tapas no rosto do acusado. Constante tem Mal de Parkinson e garante que não teria como se envolver na briga, anulando as informações repassadas por Raissa, que alegou ter conseguido escapar das agressões graças a intervenção do avô de Patrik. Segundo Constante, o casal bebeu muito naquela noite. Eles tomavam vinho. Patrik e Raissa não moravam juntos, mas era normal dormirem na mesma casa. Isso já acontecia a cerca de um ano e meio.

SEM O APOIO DO NETO

A residência onde tudo ocorreu pertence ao casal de idosos. O neto, detido pela PATAMO, era o responsável por cuidar dos velhinhos. Sem ele, alguns vizinhos assumiram o papel de cuidadores. A família tenta provar que as declarações e os fatos ocorridos foram distorcidos.

A MARIA DA PENHA PELO BRASIL

No ano passado, o Ministério Público de Minas Gerais ofereceu denúncia à Justiça mineira contra Geralda Alves de Souza, que mentiu ao processar o marido por crime de ameaça. Durante ação judicial em que acusou o marido de ameaçá-la com uma faca, a mulher voltou atrás e disse que tudo não passou de uma mentira. Diante disso, a promotoria responsável pela cidade de Januária (a 592 quilômetros de Belo Horizonte), onde ocorreu o fato, decidiu processar a mulher por denunciação caluniosa. O crime de denunciação caluniosa está previsto no artigo 339 do Código Penal.

A pena é de seis meses a dois anos de prisão, além de multa. O marido foi enquadrado na Lei Maria da Penha por praticar violência doméstica e, conforme a denúncia inicial da mulher, também teria ameaçado seus filhos. No decorrer do processo, a mulher disse que denunciou o marido porque estava com raiva dele. O processo contra o marido ainda tramitava na 2ª Vara Cível, Criminal e da Infância e Juventude. Já o processo contra a mulher, por mentir, tramitava na 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de Januária.

UMA VERDADEIRA NOVELA

As versões, tanto da vítima quanto da família do acusado, podem plantar dúvidas no processo de investigação e dificultar a conclusão. Vejam bem, eu disse podem! Segundo a Brigada Militar, existe outra ocorrência de agressão contra Raissa,  ocorrida no interior da escola onde a jovem estuda na presença de colegas e professores. A versão não é oficial, mas não se surpreendam se amanhã não for a própria menina vir a falar sobre o assunto.

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1 comentário

  1. Ele sempre foi agressivo com ela sei porq convivia ao lado dela e sabia o quant ela sofria com isso, ela perdoou muitas vezes achand q ele poderia mudar .
    Pois estava cm serviço fixo e estavam vivendo bem,
    Muitas vezes ela aparecia por ai com a boca machucada ou roxa,
    E quand estavamos em aula ela sempre reclamava q ele fazia isso ou akilo e nos os amigos dela diziamos p ela q n merecia isso .. Mas ela cm gostava dele achava q iria mudar .

    A familia dele sbe bem q ele fazia isso com ela sim pois ele tem cara de santo mas de santo n tem nada .
    Quand eles terminaram ele ia em frente ao colegio cuidar p ver oq ela fazia e quand n queria q ela estrasse em aula dava nela de capacete.
    Até os professores viam isso,
    Ele tem q pagar pelo q ele fez sim ou vão soltar ele e deixar ele fazer isso com outras mulheres tambéém?
    A JUSTIÇA TEM Q SER FEITA SIM !


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